Uma folha de papel que mostra, além de tudo o que você fez ou não fez no trimestre, mostra também o que isso influenciou no seu desempenho escolar. O boletim, pra algumas pessoas é só mais uma alegria pra coleção. Pra outras pessoas, o boletim é como um monstro, que chega á você para dizer na sua cara as merdas que você cometeu no trimestre.
Sexta feira, dia 10, eu planejava ter um dos melhores dias do ano, só que bem nesse dia eu receberia o boletim, que eu já tinha plena consciencia que não seria uma maravilha. Eu teria aula de futsal logo após a aula, mas além de ter esquecido as chuteiras, fiquei sabendo que não teria gente suficiente no treino, então faltei. Mas, depois de sair do colégio, aí sim, o Daniel e o Rafinha vieram aqui em casa, ou seja, chorei de rir o dia todo. Além de receber os meus amigos em casa, mais tarde eu iria até o Shopping Morumbi com o Daniel, pra encontrar mais um pessoal. Esse saída pro shopping já estava totalmente combinada, só que o coordenador do colégio havia mandado uma ocorrência (famosa advertência) pros meus pais, de que eu havia faltado na aula de futsal. Meu pai ligou pra mim de tarde me impedindo de ir ao shopping á noite. Se naquele dia eu estivesse sozinho em cas, eu ficaria muito revoltado e triste por não poder rever os meus amigos que iriam ao shopping, só que tinham dois animais do meu lado, me fazendo relinchar de rir. Á noite, meus pais chegaram em casa, e logo fomos jantar. O Rafinha e o Daniel ainda estavam aqui comigo e na mesa do jantar, começamos a falar sobre escola. Meus pais já sabiam que meu boletim não seria bom e ainda com a ocorrência do dia, eles começaram a falar do meu desempenho, ás vezes com indiretas e outras vezes falando na minha cara. Uma hora meu pai falou algo sobre política e perguntou quem de nós três lia com frequencia coisas desse tema, e eu respondi que sim. Minha mãe falou bem baixinho, ironicamente: "Lê sim...". E, SIM, EU LEIO SOBRE POLÍTICA. Nunca gosto de discutir com meus pais, mas nunca resisto a argumentar em minha defesa, ou em defesa de algum ideal, só que ontem meus amigos estavam lá comigo e ficaria algo muito chato e vergonhoso. Acabei me segurando e concordando com tudo o que eles diziam sobre mim. Já por volta das 23h o Rafinha foi embora, e o Daniel acabou dormindo aqui em casa.
No dia seguinte (hoje) ocorreria a reunião de pais do colégio, que meu pai compareceu. Eu e o Daniel acordamos tarde, tomamos café da manhã e foi quando eu vi grudado na geladeira o meu boletim. Fiquei de 8 recuperações. 4 delas ainda estou com média boa por causa do primeiro trimestre. As outras 4 me preocupam.
Sexta feira, dia 10, eu planejava ter um dos melhores dias do ano, só que bem nesse dia eu receberia o boletim, que eu já tinha plena consciencia que não seria uma maravilha. Eu teria aula de futsal logo após a aula, mas além de ter esquecido as chuteiras, fiquei sabendo que não teria gente suficiente no treino, então faltei. Mas, depois de sair do colégio, aí sim, o Daniel e o Rafinha vieram aqui em casa, ou seja, chorei de rir o dia todo. Além de receber os meus amigos em casa, mais tarde eu iria até o Shopping Morumbi com o Daniel, pra encontrar mais um pessoal. Esse saída pro shopping já estava totalmente combinada, só que o coordenador do colégio havia mandado uma ocorrência (famosa advertência) pros meus pais, de que eu havia faltado na aula de futsal. Meu pai ligou pra mim de tarde me impedindo de ir ao shopping á noite. Se naquele dia eu estivesse sozinho em cas, eu ficaria muito revoltado e triste por não poder rever os meus amigos que iriam ao shopping, só que tinham dois animais do meu lado, me fazendo relinchar de rir. Á noite, meus pais chegaram em casa, e logo fomos jantar. O Rafinha e o Daniel ainda estavam aqui comigo e na mesa do jantar, começamos a falar sobre escola. Meus pais já sabiam que meu boletim não seria bom e ainda com a ocorrência do dia, eles começaram a falar do meu desempenho, ás vezes com indiretas e outras vezes falando na minha cara. Uma hora meu pai falou algo sobre política e perguntou quem de nós três lia com frequencia coisas desse tema, e eu respondi que sim. Minha mãe falou bem baixinho, ironicamente: "Lê sim...". E, SIM, EU LEIO SOBRE POLÍTICA. Nunca gosto de discutir com meus pais, mas nunca resisto a argumentar em minha defesa, ou em defesa de algum ideal, só que ontem meus amigos estavam lá comigo e ficaria algo muito chato e vergonhoso. Acabei me segurando e concordando com tudo o que eles diziam sobre mim. Já por volta das 23h o Rafinha foi embora, e o Daniel acabou dormindo aqui em casa.
No dia seguinte (hoje) ocorreria a reunião de pais do colégio, que meu pai compareceu. Eu e o Daniel acordamos tarde, tomamos café da manhã e foi quando eu vi grudado na geladeira o meu boletim. Fiquei de 8 recuperações. 4 delas ainda estou com média boa por causa do primeiro trimestre. As outras 4 me preocupam.
Física - A matéria é realmente difícil.
Geografia - Professor não sabe ensinar a matéria, de verdade.
Sociologia - A matéria é baseada em textos, e memorização de características do Séc. XIV, e nada mais.
Filosofia - Nunca usei e nunca usarei drogas, a ponto de entender essa matéria.
Eu e o Daniel estávamos sozinhos em casa. Depois que tomamos café, fomos pegar os boletins e conversar sobre aquelas notas. Depois de várias contas e risadas, analisamos a nossa situação e confirmamos que, é só forçar no último trimestre, que passaremos para o 2º ano sem maiores problemas. Logo após isso tudo, fomos nos sentar no sofá e conversar sobre escola, e essas coisas.
Metade das matérias que todos nós estudamos, não servem pra nada. Serviriam se você pretende ser engenheiro, pois parece que é nisso que a escola foca. Cada matéria agora no 1° ano está sendo direcionada para uma área bem específica, que mais ou menos 5% dos alunos seguirão. Por isso não tenho nem vontade de dar tudo de mim na escola. Vou me matar de estudar pra aquela matéria ser descartada algum tempo depois. E, mesmo estudando, como é possível ir bem se o professor que diz ter estudado na USP não sabe passar a matéria para os alunos com clareza? Existem alguns casos como esse na Fecap, que impedem os alunos de terem um desempenho que retribua de alguma forma, o dinheiro que os pais gastam pagando nossos estudos. Porque isso? Lembrem-se qu, como já falei em posts anteriores, os políticos
Quando eu falo sobre notas, eu falo sobre a escola. Quando eu falo sobre a escola, eu falo sobre os professores. Quando eu falo sobre os professores, eu falo sobre educação. Quando eu falo sobre educação, eu falo sobre política. E quando eu falo sobre política eu começo a ficar muito puto, e me dá vontade de postar no blog e matar alguém.
Então, o post de hoje fica nisso. Até o próximo.
Abraços, e obrigado pra quem leu (:
Aí na universidade o professor vai dizer:
ResponderExcluir"Esqueça tudo o que você aprendeu sobre isso no Fundamental e Médio". E então você vai esquecer mesmo porque não era muito interessado.
Think about it.
De qualquer forma, eu entendo que seja realmente um saco estudar em um colégio que dê avertência por falta, e quando os pais não acreditam em seu próprio potencial (Embora nenhuma das coisas aconteça comigo, sempre me coloco no lugar dos outros). Mas isso passa, todos temos períodos ruins, o que você precisa é apenas provar para os seus pais que você não é um babaca, que todos sabemos que não é mesmo.
ResponderExcluirAbraços,
Att.,
T. R. P.
Pois é cara. E a raiva que você sente ao pensar nisso?
ResponderExcluirE aliás, valeu pela força (: