sábado, 18 de dezembro de 2010

Dearly beloved

Dearly beloved, are you listening?
I can't remember a word that you were saying
Are we demented?
Or am I disturbed?
The space that's in between insane and insecure

Oh therapy, can you please fill the void?
Am I retarded?
Or am I just overjoyed?
Nobody's perfect and I stand accused
For lack of a better word and that's my best excuse


Cara amada, você está me ouvindo?
Não me lembro de uma só palavra que você disse
Somos dementes?
ou sou perturbado?
O espaço que está entre insanidade e a insegurança

Oh terapia, você pode por favor preencher o vazio?
Sou retardado
ou só estou muito alegre?
Ninguém é perfeito e eu sou acusado
Por falta de palavras, esta é minha melhor desculpa

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

The Way I Am

Esse dom que Deus me deu quando me colocou no mundo, esse dom de conseguir estragar tudo, independente do que seja. Não estou falando do material, mas sim de coisas como conversas, momentos, etc.
Por incrível que pareça, eu não consigo evitar essas coisas. Enquanto estou a estragar um momento, nem percebo o que estou fazendo, continuo agindo do jeito que estava até a situação em questão atingir seu ápice. Um limite que, se ultrapassado, traz consequencias.
Alguns momentos, aparece a sorte, que impossibilita essa situação de passar dos limites. Alguns momentos, a situação excede o limite e aí sim, complica de vez.

O que ocorreu hoje (agora há pouco), por mais que pareça algo pequeno, dentro de mim foi mais uma prova desse meu problema.
Nesse momento, a raiva desse meu dom, ou a raiva de mim mesmo me contém, e não me deixa "pedir desculpas" ou dizer qualquer coisa sobre o assunto.

Vou dormir com peso na consciência. Mais uma vez.

"Ponto pra você, Pedro"

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

"How does it feel, when you treat me like you do?"

Ela pede pra eu me aproximar. Ela me chama para perto dela.
Eu me aproximo. Eu vou indo cada vez mais perto.
Quando estou próximo, percebo que não posso continuar. Vários fatores deixam isso bem claro.
Então, me afasto.
Eu me afasto. Eu vou parando de falar com regularidade. Eu vou deixando de fazer o que é normal.
Vou me afastando. Ela pede pra eu me aproximar.
Eu me aproximo. Eu vou indo cada vez mais perto.












shit happens.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Nothing Else Matters

Fim de ano.
Época de relembrar os acontecimentos dos últimos 11 meses e meio. Época de curtir as férias, ou de se dedicar para não perder um ano letivo. Época de pensar nos objetivos alcançados e também nos que não foram alcançados.
Meu ano de 2010 foi realmente inesquecível, desde as férias de janeiro, a entrada no colégio novo em fevereiro, e todas as pessoas que eu conheci e me relacionei bem nesse tempo, até agora.
Eu já estava devendo esse texto, ou melhor, essa retrospectiva, há um tempo, mas não estava tão inspirado pra escrever e tal.
Enfim, 2010 foi um ano ótimo pra mim, e 70% disso se deve á minha mudança de colégio. A Fecap foi importantíssima pra esse ano ter sido do jeito que foi. Conheci várias pessoas, muitas delas se aproximaram muito de mim e viraram especiais. Algumas delas, até demais. Na Fecap, resolvi comigo mesmo, que iria passar de ano sem problemas e não repetir o que aconteceu no ano passado. Mas a falta de atenção dentro da aula me prejudicou nesse sentido. Essas conversas e brincadeiras paralelas fortaleceram algumas amizades, porém, comprometeram algumas notas, e agora estou com uma recuperação final, e mesmo estando numa situação "boa", só vou saber se saí dessa situação, perto do natal.
Com relação ao amor, que parece ter sido perturbado esse ano por causa de alguns posts aqui, na realidade não foi. Não cheguei a amar, realmente. Amei e ainda amo, mas apenas amigos e amigas. Amor de "namoro" ou algo do tipo, nada. Longe disso. Até por isso aquela minha insegurança aumenta.
As amizades que eu conquistei esse ano foram incomparáveis. Algumas dessas pessoas eu pretendo levar comigo por muito tempo, pois significam muito pra mim e tal. Pessoas que eu já conhecia, que já eram importantes, pessoas que eu conheci no colégio, pessoas que eu conheci nas férias... E eu, também, queria agradecer algumas dessas pessoas por, sei lá, serem quem elas são e estarem comigo. Algumas delas que eu conheci esse ano, algumas não, mas enfim... (vou citar o povo sem apelidos, e tal). Muito obrigado, Rafael Vaini, Gabriella Bertozzi, Daniel Dutra, Victoria Motta, Luís Gustavo Krieck, João Pedro Malta, Rafael Fadul, Mariana Nunes, Luiz Fellipe Zanotti, Gabriel Lamothe, Júlia Rosa, Thaís Silva, Michelle Thiófilo, Júlia Nunes, Mariana Lopes, Ana Letícia Barbosa, Fernanda Aguiar, Lucas Strabko, Rebeca Cortez, Ana Laura Marques, Heitor Pimentel, Victor Goulart, Vinícius Stecconi... Vocês fizeram do meu ano um dos melhores até agora. Não digo que é o melhor pois meu ano de 2009 vai ser difícil de ser superado, mas sim, 2010 foi especial.
A parte familiar foi regular esse ano. Tivemos problemas dentro de casa, problemas grandes e pequenos, mas apesar de tudo conseguimos resolver. Mesmo com isso, muitas coisas incomodaram e ainda incomodam. Ano Familiar: Nota 6,5.

2010 foi um ano ótimo, um ano pra guardar na memória sempre. Guardar os primeiros meses na Fecap, a festa de aniversário, as amizades, as férias em Florianópolis, os desentendimentos com a família, as amizades que viraram algo inexplicável... Emoções, risadas, rolês, abraços, decepções... Até a criação desse espaço onde escrevo agora pode ser citado. Tudo isso ficou marcado.



O título do post é o título de uma música do Metallica, e a letra dessa música meio que significa alguma coisa pra mim, então, segue o link.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ponto pra você, Pedro

Mais uma vez, minha boca grande e meu coração provavelmente acabaram com um relacionamento (relacionamento ≠ namoro ou algo do tipo, que fique bem claro).
O difícil agora é reconquistar a confiança dela, pra pelo menos tê-la por perto, pelo fato de ela ter se tornado importante em tão pouco tempo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Beside who, are you?

É, é nessas horas que você descobre de quem você gosta de verdade, e quem gosta de você. Não, eu não estou falando de amor, namoro, etc... Estou falando de amizade, amor de amigo, amizade de verdade.
Já são quase 23h, e agora há pouco me ligou um número desconhecido, que já havia aparecido alguma vez no meu celular.
Era uma amiga minha, uma das melhores. Ela estava chorando na casa dela, e veio "desabafar" comigo. Realmente, ela está com problemas na vida dela, e por ser um amigo dela eu sei desses problemas. Ela me disse que o meu nome foi o primeiro que ela lembrou, e por isso acabou me ligando.
Mesmo sendo algo que aconteceu por acaso, me sinto bem por ter algum reconhecimento... Isso me dá forças para seguir buscando algo a mais na minha vida.
Só que o fato é que as palavras vindas dessa minha amiga, chorando, me deixaram triste. Estou triste agora, ao escrever, aliás.
Eu sempre fui o amigo que escuta os problemas, e tenta solucioná-los para quem realmente importa na minha vida. Só que tem vezes, que não se pode ajudar. Não tem explicação, apenas é impossível tentar melhorar a situação... Agora há pouco, durante a ligação, tentei incentivá-la, falar coisas como "Vai ficar tudo bem", ou até, ás vezes um "Eu te amo". Mas não tem jeito. E o pior é que você se sente parte daqueles problemas todos, como se, não resolvendo-0s para os outros os problemas acabam sendo também seus.
Situações como essa já ocorreram anteriormente. Situações diferentes, óbvio. Mas o resultado é o mesmo.
Apesar de toda a raiva, tristeza e tempo gasto com todos esses problemas, com eles, você descobre quem está do seu lado... e do lado de quem você está.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Altruísmo

“Altruísmo é um tipo de comportamento encontrado nos seres humanos e outros seres vivos, em que as ações de um indivíduo beneficiam outro trazendo algum tipo de prejuízo para o próprio “

Parece aquela coisa, own que fofo, mas na verdade não é. Antigamente pensava assim. Pra falar a verdade, por um lado é bom, você ajuda o próximo e tudo o mais. Mas para si mesmo é horrivel, você não pensa quase nada no seu próprio bem estar, é horrivel.

Tenho que começar a pensar mais em mim e eu precisava muito ter dito isso.


É, sabe aquelas brincadeiras (que eu já devo ter citado aqui no blog) que fazem com você, que mesmo sendo "inocentes" acabam te deixando arrependido, ás vezes, por você não ter dito "não". Mesmo que você tenha feito outras pessoas se divertirem por causa da brincadeira, tudo acaba naquela crise de personalidade.
Tenho esse problema de não saber dizer "não", e faz tempo. Muitas vezes isso me atrapalha, quando me pedem pra fazer alguma coisa que não quero fazer, ou coisas desse tipo. E poucas vezes esse meu altruísmo e minha dificuldade de dizer "não" me favorece.
Não considero isso como "falta de personalidade". Muito pelo contrário. Acho que esse é, sim, o meu jeito de ser, e faz parte da minha personalidade.
Mas, o fato é, que depois de um tempo isso tudo começa a ficar mais chato. E quanto mais isso acontece, eu fico pesando mais naquela idéia... "Como eu sou bobo, pelo amor de Deus... Porque eu deixo fazerem isso comigo?". Mas, nisso, um novo dia começa a aparecer, e esse pensamento vai embora. E nesse novo dia, as brincadeiras continuam.
É um círculo.
Não que eu tenha raiva dessas brincadeiras. Isso não. Nunca. Mas é que, quem sabe, por causa desse meu jeito, eu comprometa algo no meu futuro...


É isso, fica por aqui.
Até a próxima (:


Texto inicial, de Rafael Vaini

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Como pode?

Como pode alguém amar outra pessoa, mal conhecendo-a?
É estranho, sim. Faz pouco tempo que a gente começou a se falar. Mas, nesse pouco tempo, ela conseguiu, digamos, me conquistar.
Me perguntaram se eu estava apaixonado. Apaixonado, não. Ainda não. Estou ainda, afim.
E esse é o amor, me fazendo pensar nela o dia todo. E eu continuo com aquela história: "Quem sabe um dia..."

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Nobody said it was easy

É, eu "reclamava" de estar sem ninguém até um tempo atrás. É claro que os sentimentos de um random não são grande coisa, mas significa alguma coisa pra esse random.
Essa noite, recebi uma mensagem no Tumblr. Para simplificar e deixar o papo furado de fora, segue a conversa. (Perguntas e respostas)

Anonymous asked: apaixonado /afim / pensando em alguém ?

não / sim / sim

Anonymous asked: quem é a pessoa que você está afim / pensando ?

:x

Anonymous asked: porque :x ? flaa :)

Quem sabe outra hora.

Anonymous asked: conheço pessoas que sofrem por sua causa .

por amor?

Anonymous asked: sim

podemos conversar então? (não por aqui, aliás)

Anonymous asked: onde você quer conversar ?

msn, pode ser?

Anonymous asked: esqueça ..

Agora eu quero resolver isso. Ou prefere deixar alguém sofrendo, como você disse?

Anonymous asked: deixar sofrendo , porque logo mais essa pessoa desencana e te esquece .

ou não. quero saber quem é antes, pra ver se é você o motivo dos meus momentos de reflexão.

Anonymous asked: quais são seus momentos de reflexão ? E por que quer tanto saber ?

reflexões sobre amor, pra saber o que eu faço ou não na minha vida. e, quero saber, porque você me deixou curioso… vai que essas reflexões acabam e eu resolva logo tudo isso…

Anonymous asked: não , deixa do jeito que tá agora .. melhor ..

não quero deixar assim. você me conhece, sabe que eu não gosto de ver gente próxima de mim sofrer

Anonymous asked: qm voce acha que é?

não sei ainda. se soubesse, já teria chamado pra conversar.

Anonymous asked: vai pensando .. depois você fala que você pensa que é ..

não quero descobrir sozinho quem é. quero saber disso por você mesma.

Anonymous asked: ou vai falar por sua conta e risco com a pessoa que você pensa ser

ou não. se eu pergunto pra pessoa errada, como fica? você começou isso, agora só me resta saber como você vai terminar.

Anonymous asked: vou terminar te deixando com um ponto de interrogação na cabeça .. pra você pensar e tentar chegar numa conclusão sozinho .

tudo bem, se você prefere assim, que seja assim


É, hoje acabou nisso.

Só sei que o que já estava uma confusão, apenas vêm piorando. Mas quem sabe, isso tudo se resolve logo... E eu espero que quando isso aconteça, eu acabe saindo "no lucro". Pelo menos dessa vez. Mas tudo vai depender do que acontecer nos próximos momentos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Problemas nunca somem - Parte 2

É fato. Por mais que tudo pareça bem, sempre nasce alguma coisa para perturbar seu bem estar.
É como está escrito no sub-título do blog: "Quando você acredita que está voltando a controlar a situação, que nada mais vai dar errado, a vida te dá uma nova lição".
A ainda pequena "turbulência" que está ocorrendo, é parecida com aquela situação que ocorreu há uns 2 meses. Só que o problema agora é outro, e o mais afetado por esse tal problema sou eu.
Aquele estresse e toda a pressão do trabalho da minha mãe, que é trazido pra casa, é descontado em coisas insignificantes, fúteis. Ás vezes, o problema que é de um acaba sendo dos quatro por causa desse estresse todo, pois esse tal estresse é algo amplo. Conviver com alguém estressado, te deixa estressado também. É como ter algum fumante ao seu lado: Ele fuma, e você, passivamente, fuma junto.
O que vem me deixando irritado esses últimos dias é o fato da minha mãe estar intolerante demais com as coisas que acontecem no meu colégio. Coisas minhas, com os meus amigos, com os meus assuntos, as minhas conversas, as minhas brincadeiras, etc. Um exemplo que tem sido o mais comum é quando eu chego do colégio com algum desenho nos braços. Duas amigas minhas, as melhores, aliás, quase sempre brincam comigo e fazem algum desenho no meu braço. Algo inútil, claro, mas é uma brincadeira de amigo, algo comum. Minha mãe quando vê os tais desenhos e rabiscos acaba se irritando e descontando sua raiva e a pressão do trabalho naquelas marquinhas na pele. Frases como "Pedro, isso é coisa de marginal!", "Da próxima vez eu convoco uma reunião com os pais dessa garota!", entre outras é que me deixam irritado pelo fato d'ela não entender que eu tenho amigos, e eu brinco com eles do jeito que eles gostam.
Fora os fatos que envolvem essas coisas da escola, também tem a parte do convívio familiar, que têm sido difícil depois da viagem pra SC. O que parece, é que minha mãe procura defeitos nas pessoas e tenta fazer tempestade em copo d'água. Por exemplo: na volta da viagem, minha mãe chamou eu, meu pai, e meu irmão para nos reunir no quarto e discutir sobre "algumas coisas que tinham deixado-a triste". Ela falou comigo e com o meu irmão, reclamando muito e chegou até o meu pai, dizendo que ele tinha bebido demais na festa e dirigiu perigosamente no caminho de volta. Eu não consegui me conter e dei minha réplica, dizendo que meu pai não bebeu e dirigiu bem. Meu pai gosta de se divertir nas viagens, e muito, mas dessa vez fiquei muito orgulhoso dele por não ter bebido quase nada...mesmo estando numa festa cujo objetivo é embebedar o público. A parte de dirigir perigosamente foi só mais um sinal de estresse da minha mãe, pois meu pai dirigiu do jeito que ele sempre dirigiu, e ela nunca havia reclamado tanto. Minha mãe acabou brava comigo aquele dia, e eu bravo com ela, e isso acabou desencadeando uma série de conflitos que acabaram acontecendo essa semana. Conflitos pequenos, simples. Mas é aquela história da "bola de neve"...
Só espero que essa fase passe logo, pois eu estou querendo voltar a passar meu tempo com ela sem medo de ser interrompido com alguma crítica, reclamação ou até humilhação (como aconteceu hoje).

E é isso, o post termina aqui, Abraços e até o próximo (:

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Time of your life

Ontem, dia 20/10, tive uma manhã comum, até um pouco mais cansativa do que o normal devido á aula de educação física de 1 hora e meia. Voltei pra casa cansado, só que um pouco mais agitado do que o normal. Estava pilhado, ancioso. Cheguei em casa e fui descansar para poder aguentar o resto do dia, que seria com certeza um dos melhores do ano. Deitei na minha cama e deixei tocando músicas como "Boulevard of Broken Dreams" e "Nice Guys Finish Last". Nem cheguei a dormir, pois uns 40 minutos depois, meu pai já estava me chamando para sair de casa, encontrar meu amigo Luís.
Pegamos o carro e fomos até o Anhembi, onde assistiríamos último show do Green Day em sua passaem pelo Brasil. Eu e o Luís, loucos, pulando antes mesmo do show começa, até pelo vento frio que estava na Arena.
O show estava programado para começar ás 22h, e antes a abertura de uma banda independente. A banda ninguém conhecia. Ela foi escolhida por um concurso da MTV para abrir o show do Green Day.
Os caras da banda "Nevilton" começaram a tocar por volta das 20h, e mesmo não animando tanto assim, eles já prepararam o público de 20.000 pessoas para a apresentação principal.
Todos estavam esperando anciosamente que o relógio marcasse 22h... Só que para a nossa surpresa, Billy Joe Armstrong entrou no palco correndo e pulando junto com Mike Dirnt e Tre Cool logo ás 21:30. E aí começou toda a agitação, com a banda tocando as músicas menos badaladas, do novo álbum "21st Century Breakdown". A primeira música a ser tocada foi "Song of the Century" que mesmo animando o público, não deixou o pessoal muito agitado... Até que depois de uns 20 minutos de show, o baterisa Tre Cool começa a tocar a melodia do refrão do sucesso "Holiday". Fomos todos á loucura, pulando e cantando. Depois disso o clima voltou a ficar menos agitado, com as músicas do álbum novo.
Foi perto do show completar 1 hora que o clima começou a ficar bem agitado. Billy Joe, gritando, disse "This isn't just a party. This is a fuckin' celebration!". Interagindo com o público tocou algumas notas de "St. Jimmy", que levou todos ao delírio até a hora que a música começou a ser tocada por inteiro. Logo depois, tocaram "Boulevard Of Broken Dreams" e mais algumas do álbum novo, só que mais animadas. Já estávamos totalmente pilhados, ainda mais com o show de luzes e efeitos no palco. Nos momentos que a música ficava agitada, as luzes ficavam mais fortes, soltavam fogos de dentro do palco e atrás da bateria saíam labaredas de fogo.
Depois de tocar "Hitchin' a Ride" e "When I Come Around", o bumbo da bateria começou era o único instrumento que se ouvia, tocando num ritmo comum, sem parar. As palmas acompanhavam. A banda começou a tocar a melodia da "Iron Man" (Black Sabbath) e todos nós fazendo o som da guitarra com a voz. Logo depois, sem o bumbo parar, eles tocaram "Sweet Child O' Mine" (Guns N' Roses) e "Highway To Hell" (ACDC).
Então o show começou a ficar mais divertido, com os integrantes da banda jogando água e papel higiênico no público, e com músicas como "Brain Stew, "Basket Case", "Longview", etc.
Ao terminar de tocar uma música que eu não sei o nome, todos os integrantes da banda caíram no chão, e começaram a tocar seus intrumentos. Enquanto estavam deitados, tocaram sucessos de outras bandas como "Satisfaction" (Rolling Stones) e "Hey Jude" (The Beatles).
Quando ficaram em pé de novo, já perto do fim do show, tocaram alguns dos grandes sucessos da banda, como "American Idiot", "Minority", "21 Guns" e "Jesus Of Suburbia". Durante a execução de "21 Guns, acabei ligando pra Gorda, que ama essa música e vive cantado comigo. Liguei o viva-voz e fiquei com o celular ligado até o fim da música.
O grupo saiu do palco, aplaudido. Só que como de costume, todos gritávamos o nome da banda, pedindo para que eles voltassem. E eles voltaram. Eles não, só voltou o vocalista Billie Joe, que pegou o violão e tocou "Wake Me Up When September Ends" e "Good Riddance" ("Good Riddance", pra quem não sabe, é a famosa "Time Of Your Life").
Gritando, sem voz. Pulando, sem energia. Assim acabou o show.
Simplesmente, o melhor que eu já fui assistir.



Fica por aqui esse post.
E eu juro que vou tentar escrever menos nos próximos posts (:
Abraços, e obrigado pra quem leu tudo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Não é como antes

Lembra de quando a parte mais legal de tudo o que fazíamos, tinha que ter nossos pais por perto?
Nesse feriado percebi que tudo isso mudou, e muito. E é claro que não foi só agora que eu percebi. Mas foi só dentro do carro, na volta pra SP que eu parei e pensei sobre o assunto.
No carro, depois de parar pra comer no meio da viagem, fui pro banco de trás pra dar uma descansada. Minha mãe já estava acomodada no banco de trás, pois estava cansada com a viagem. Sentei no banco, puxei um travesseiro e me apoiei na porta do carro pra descansar, quando minha mãe me perguntou se eu queria me apoiar nela e eu disse que não queria. Não me apoiei simplesmente porque eu não quis, porque eu estava bem confortável na posição que estava. Só que ela interpretou isso de um outro jeito, achando que eu não gosto da companhia dela, que eu evito passar meu tempo com ela, que estamos nos distanciando, etc.
Adolescência é, técnicamente, a idade que os filhos têndem a se distanciar dos pais realmente. Algumas pessoas se distanciam mais, outras menos. Eu acho que não me distanciei muito, principalmente do meu pai. Pensando bem, minha mãe que parece estar se distanciando, ou criando uma distância entre os componentes da minha família (explicarei em outro post).
Essa distância toda vêm aumentando, ao meu ver, pelo fato dela querer entender tudo apenas do seu próprio jeito. Tirar conclusões com base nas coisas que sabe, que dependendo da situação, sabe poucos detalhes.
Isso tudo pode ser TPM, estresse com o trabalho e tal, mas mesmo assim parece algo fora do comum. Minha mãe sempre fez aquele papel de MÃE, tipo, a mãe, aquela que manda você fazer, que quer que você faça sem falta, que diz que isso não tá certo, que tá no lugar errado, etc. Já me acostumei com isso, só que dessa vez a coisa aumentou e muito. Simplesmente, eu tô preocupado.

Ps:. Esse texto era pra ser postado no meio da semana (quarta-feira) só que por problemas psicológicos do autor, acabou ficando pra hoje, e logo, o texto acabou menor por causa do esquecimento das idéias principais do final do texto. (:

Portanto, fica por aqui. Até a próxima.

Post novo, sobre amor



Não estou nada confuso, não.

Amor me deixa sad e pensativo.


Beijos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

N' Dey Say...

Aguente firme, pare um pouco, deixe-me ver você.
Droga, garota, eu não te vejo desde o baile de formatura .
Pensando nisso, eu não posso acreditar que faz tanto tempo.
Garota, eu ouvi que seu homem está preso.
Há quanto tempo ele está preso? Oh, tanto tempo assim?
Como que ele pegou tanto tempo assim?
Três condenações por posse, ah, ele não voltará.
Ele a deixou com dois filhos e contas para pagar.
E você descobriu que ele tinha outra mulher do outro lado da cidade.
Sempre é bem escuro antes do amanhecer.
E você tem que se mostrar forte para as crianças.
Mas por favor, não se revolte, nem fique contra todos os homens.
E nem tenha ódio no coração e desconte-o em outra pessoa.
Detesto soar como Tupac, mina, mas mantenha a cabeça erguida.
E você vai conseguir, eu prometo, mantenha a cabeça erguida.
E o que não te mata, apenas te deixa mais forte.
E a vontade de ter sucesso somente alimenta a fome.
É verdade, é verdade, é verdade.


Eu estava no posto de gasolina e um homem se aproximou.
Com uma placa: "trabalho por comida, roupa ou dinheiro".
Ele pediu para encher meu tanque e eu deixei.
Limpar o pára-brisa e jogar fora o lixo, e eu deixei.
Ei, eu ainda perguntei pro irmão qual era o nome dele,
De onde ele era, se tinha filhos, cara, e qual a idade deles.
Ele meio que ficou olhando por um segundo, ele parecia meio surpreso
Por alguém ter algum interesse na vida dele.
Ele disse "irmãozinho, as únicas palavras que ouvi no ano passado foram 'não' e 'cai fora daqui'".
Como algo tão simples como uma conversa boba.
Pode significar mais do que uma conversa boba?
Ei, dava para ver que a vida tinha o derrubado
Como se ele estivesse lutando pelo título ,e esse fosse o último assalto.
Às vezes não damos valor às coisas mais simples,
Até nós as perdermos e percebemos que nós as tínhamos.
É verdade, é verdade, é. verdade.


Eu pensava que a vida tinha um plano pra mim
Até que percebi que a vida tinha que ser planejada por mim.
Veja só, essa é a chave.
Eu somente lido com o que posso ver
Pois pela história
O mistério nos trouxe nada além de miséria
Há mais gente que morreu
Em nome do Senhor
Do que em qualquer desastre natural, doença ou guerra de gangues.
Antes das armas havia espadas
E eles estavam se matando
Não houve muita mudança e até hoje ainda estamos nos matando.
Matando nossos irmãos enquanto outra mãe grita por socorro.
Precisamos ajudar os irmãos a se encontrarem.

domingo, 3 de outubro de 2010

Space Bound

We touch, I feel a rush, we clutch, it isn’t much
But it’s enough to make me wonder what’s in store for us
It’s lust, it’s torturous, you must be a sorceress, cuz you just
Did the impossible; gained my trust, don’t play games it’ll be dangerous
If you fuck me over, cuz if I get burnt
Ima show you what it’s like to hurt
Cuz I been treated like dirt before ya
And love is evil, spell it backwards I’ll show ya
Nobody knows me, I’m cold, walk down this road all alone
It’s no one’s fault but my own. it’s the path I’ve chosen to go
Frozen as snow, I show no emotion whatsoever so
Don’t ask me why I have love for these mo’fuckin’ hoes
Blood suckin’, what the fuck is up with this
I’ve tried in this department but I ain’t have no luck with this
It sucks, but it’s exactly what I thought it would be like tryna start over
I got a hole in my heart, some kind of emotional roller coaster
Something I won’t go on so you toy with my emotions so it’s over
It’s like an explosion, evertime I hold ya I wasn’t joking when I told ya
You take my breath away, you’re a supernova.


I’ll do whatever it takes, when I’m with you I get the shakes
My body aches, when I ain’t with you I have zero strength
There’s no limit on how far I would go, no boundaries, no lengths
Why do we say that until we get that person that we thinks
Gonna be that one, then once we get them it’s never the same
You wanna win, they don’t wan’t you, soon as they do feelings change
It ain’t a contest and I ain’t on no conquest for no mate
I wasn’t looking when I stumbled on to you, musta been fate
But so much is at stake, what the fuck does it take?
Let’s cuz to the chase, before the door shuts in your face
Promise me if I cave in and break
And leave myself open that I won’t be makin’ a mistake


So after a year and six months, it’s no long me that you want
But I love you so much it hurts, never mistreated you once
I pour my heart out to you, let down my guard, swear to God
I blow my brains in your lap, lay here and die in your arms
Drop to my knees and I’m bleedin, I’m tryna stop you from leavin’
You won’t even listen so fuck it, I’m tryna stop you from breathin’
I put both hands on your throat, I sit on top of you squeazin’
Til I snap your neck like a popsicle stick, ain’t no possible reason
I can think of to let you walk up out this house and let you live
Tears stream down both of my cheeks now I let you go and just give
And before I put that gun to my temple I told you this…

And I woulda did anything for you
To show you how much I adored you
But it’s over now, it’s too late to save our love
Just promise me you’ll think of me everytime you look up in the sky and see a star cuz...


I’m a space bound rocket ship and your heart's the moon
And I’m aiming right at you, right at you
250 thousand miles on a clear night in June
And I’m so lost without you, without you, without you


tradução e tal


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Naquela época

Hoje, ao vasculhar meu antigo armário, achei algo que me fez lembrar da infância.



Até que era bom o tempo em que responsabilidades não existiam, que não haviam obrigações...Apenas diversão, felicidade. Até a sala de aula era um lugar prazeroso.
Naquela época, éramos "mimados", a maioria das coisas que queríamos nós conseguíamos, mesmo que chorássemos um pouco para alcançar o que desejávamos. Naquela época, não haviam amigos de verdade, e a nossa família era o resumo da nossa vida. Você nem pensava em amor (nem se quer sabia o que era). A vida se resumia em sorrir, brincar, chorar por coisas fúteis e rabiscar nas folhas de papel. Aliás, você fazia seus pais perderem metade de um sábado para ir no colégio ver seus rabiscos...você falava "Olha pai, olha o meu!" e ele tinha de falar que aqueles riscos estavam lindos.
Por um lado, isso tudo é bom, e dá saudades. Mas são coisas diferentes. Hoje, você faz coisas que nunca poderia fazer naquela época. Hoje você tem mais liberdade, mais autonomia, mais responsabilidades (as boas e as ruins), mais amigos, mais risadas...
Mesmo assim, dá vontade de voltar no tempo e viver essa época mais uma vez.

Aliás, essa coisa de voltar no tempo, daria um bom post.

Enfim, obrigado por ler e até a próxima.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sorte grande

É isso, até a próxima. Amizade é algo que o destino nos proporciona, que você não escolhe.
São pessoas que convivem comigo, que me fazem pensar na sorte que tenho em relação ás amizades. Pessoas que são importantes para que eu sempre, ou quase sempre, esteja de bom humor...

Aquela pessoa que te faz chorar de rir, só de falar oi.
Aquela pessoa que você confia, e é como um irmão pra você.
Aquela pessoa que você chama de "best".
Aquela pessoa que é sua irmã gorda.
Aquela pessoa que você dá carona todo dia.
Aquela pessoa que mora longe, bem longe.
Aquela pessoa bipolar, que te faz rir.
Aquela pessoa inteligente, que vive em uma cidade humanóide.
Aquela pessoa que está com você desde a 6ª série, e tem 3,49m de altura.
Aquela pessoa que fica fazendo merdas pra te bater, mas acaba rindo junto no final.
Aquela pessoa que é um tripé.
Aquela pessoa que é um cavalo.
Aquela pessoa que não marca, não sabe correr, e come igual a um porco.
Aquela pessoa que você conheceu há pouco tempo, mas não passa um dia sem falar com ela.
Aquela pessoa linda que se diverte com você na festa junina.
Aquela pessoa que é linda, e viciada em iTouch.
Aquela pessoa que mora longe, e você fica se lembrando da semana que passou com ela.
Aquela pessoa que é uma super Top Model sueca.
Aquela pessoa que você gostava de passar o tempo junto naquela semana.
Aquela pessoa que confiava em você, e você morre de saudades.
Aquela pessoa que você conversava o tempo todo naquela semana.
Aquela pessoa que te faz rir imitando vozes do "Poderoso Chefão"
Aquela pessoa que é um colírio.
Aquela pessoa que vai pra Miami, e você fica com saudades.
Aquela pessoa que filosofa, e te faz rir com besteiras.
Aquela pessoa que você pediu em casamento com uma embalagem de Twix.
Aquela pessoa que vai pra final do campeonato de FIFA.
Aquela pessoa que fica a aula inteira cantando Luan Santana.
Aquela pessoa que é um tipo de rapper bilionário.
Aquelas pessoas especias, que compõe sua família.
E aquela pessoas que eu não citei aqui, que fazem parte da minha vida, também de um jeito especial.


Pensar que tenho todas essas pessoas do meu lado, me dá forças para encarar algumas situações que aparecem na minha vida. Todos esses, juntos, são como um tipo de incentivo para deixar a cabeça erguida em qualquer situação. São grupos diferentes, pessoas diferentes, mas pra mim se resume numa grande família.
O engraçado é que, amigo não se escolhe. Mesmo tendo diferenças, ás vezes até muitas, a amizade cresce, como se um completasse o outro de algum jeito. Todos os que eu citei, vieram por causa do destino, que juntou todo mundo. Por isso eu repito, que nessa parte de amizades, no meio social, acho que sou um cara de sorte.

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir

Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou

Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam "não"
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração

Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.

Milton Nascimento - "Canção da América"


É isso, até a próxima. E aliás, saiba que sem amigos, você não é nada. Abraços, e obrigado (:

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A verdade, de verdade

O que é aquilo que você sente quando jogam algumas verdades na sua cara? Tristeza, raiva, remorso?
O pior é sentir isso, quando você encara essas verdades tentando argumentar em sua defesa, mas, não tem como contrariar algo verídico. Você se sente um lixo. Pensando na merda que fez, ou que não fez, para assim chegar esse momento que tudo volta pra você com força.
Não adianta fazer nada, é fato. Você cometeu o erro. Além de se prejudicar, prejudicou todos que estão relacionados com o acontecimento.
Tá feliz? Claro que não. Acabaram as chances de estar em uma boa situação, indepentente do que envolve o erro.
Mas fica nisso, até que você reverta essa situação toda, mesmo que na sua última chance.

Fazer o que?

Sábado á noite, fui na festa de uma amiga (aquela do post "Gordice"). A festa foi muito boa, me diverti bastante com os meus amigos, rimos muito e tal. Independente do quanto eu me diverti na festa, domingo, estava conversando com uma pessoa no msn e essa pessoa, digamos que esteja numa situação parecida com a minha, meio carente e tal. Estávamos conversando quando o assunto chegou na festa do dia anterior e ela começou a falar que estava com inveja de algumas pessoas que estavam lá. As pessoas eram a aniversariante e um amigo nosso. Os dois estavam com o namorado e a namorada na festa. Os casais juntinhos a festa toda, abraçados... A inveja não era aquela que você deseja que aquilo acabe e venha para você, muito pelo contrário, os dois casais eram formados por pessoas que eu gosto e tal. A aniversariante é minha melhor amiga e seu namorado é muito gente boa. O outro casal era formado por um amigo meu de anos de amizade, e uma garota que eu conheci lá na festa mesmo, mas parecia ser muito simpática.
O fato é que lá na festa eu nem pensei direito nisso, não iria estragar meu divertimento com uma coisa dessas, mas depois, ao conversar com a minha amiga, fiquei refletindo e pensei, que seria muito bom se eu tivesse alguém para estar comigo lá na festa... Lógicamente, não só na festa, mas nos lugares que eu vou. Alguém pra eu dividir meu tempo, pra dar atenção, pra ficar junto...
Quem sabe, chegue logo minha hora.

Pode ser que depois eu complemente o post, pedindo alguém indiretamente e tal, mas isso eu ainda vou decidir.

É isso, até a próxima.

sábado, 25 de setembro de 2010

Mais ou menos

A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode dormir mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.

Até ai, tudo bem e tal...

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum, é amar mais ou menos, é sonhar mais ou menos, é ser amigo mais ou menos, é namorar mais ou menos, é acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar
uma pessoa mais ou menos.


Fica por aqui, até a próxima.

Abraços e obrigado á quem lê (:

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Um dia você aprende...

Depois de algum tempo você aprende a diferença entre segurar uma mão e segurar uma alma.
E você aprende que amar não significa se apoiar
, e companhia não quer sempre dizer segurança.
E você começa a aprender que beijos não são "contratos"
e presentes não são promessas.
E você começa a aceitar suas derrotas,
com sua cabeça erguida, parecendo um adulto.
E depois de um tempo você aprende
que até a luz do sol queima se você ficar exposto.
Então você planta seu próprio jardim e planeja sua própria mente, ao invés de esperar que alguém faça isso por você. E assim você aprende que você realmente pode resistir...que você é forte e que você tem valor.
E você aprende com cada palavra.
E com cada palavra, você aprende.
Você não aprende essas coisas na escola. A vida faz você aprender essas coisas.


É isso. Até a próxima.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Aqui, não

Há algum tempo eu já percebia essa aproximação dela, só que nunca "liguei", aliás, nunca fui com a cara dela. Ela é uma das poucas pessoas que eu "julguei pela capa" e acertei. Convivendo com ela quase todos os dias, ás vezes sem conversar, eu reconheço como ela é infantil, imatura... Além de ser alguém com quem não se pode contar, nem confiar.
Ela não é minha amiga. Só que eu sou um bom amigo dela. Esse é o problema.
Pelo fato de eu ser meio "bonzinho" com quem não merece ser trollado, ela vem achando que eu gosto muito dela, que eu sou um amigão e tal. Só que eu não sou. Ela chega a dizer que me ama, mesmo sem saber o que eu sinto por ela.
Sim, são coisas pequenas que alimentam minha raiva, só que é aquela história da "bola de neve", onde pequenas coisas vão se juntando e formam uma coisa só, gigante. Alguns exemplos dessas pequenas coisas são: Quando ela virou-se pra mim no meio da aula e fez um coração com a mão, me pedindo para fazer um pra ela... Óbvio que eu não queria fazer, e não fiz, e foi quando ela ficou tristinha e falou "Faz coração pra mim, Pê!". Ou quando eu estava conversando com o pessoal sobre a garota que eu estou afim, e ela falou "Fala o nome dela, que daí a gente pode matar ela!".
É, essa garota está afim de mim. Só que eu não. Eu nunca iria querer alguém que não é confiável, que é infantil, é patética, e ainda por cima não é bonita.

Estava com medo de postar isso, só que estou ficando cada vez mais irritado com isso. E essas coisas me deixam realmente irritado. Só desabafando em HTML eu consigo amenizar essa raiva.

Fica por aqui então, até a próxima.
Obrigado, e abraços aí (:

Tudo aquilo que me faltava.

Desculpe, estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei
Errado e eu entendo

As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança

Amor eu sinto a sua falta
E a falta
É a morte da esperança
Como um dia
Que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança

Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama

Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava..

Nando Reis - "Por Onde Andei"


Alguém que eu nunca achei que teria uma chance. Mas, se você tivesse uma chance, uma oportunidade, para conseguir tudo o que você quer...Um momento...Você aproveitaria, ou deixaria passar? Depois desse tempo todo, quem sabe uma chance?

Na verdade...

Hoje, vi na TV um cara que sofreu um acidente (acho que batida de carro), e ficou paraplégico. Mesmo assim, esse cara trabalhava, praticava esportes como natação, vôlei, e tal. Ele sabia desenhar como poucos, e parecia ser muito "gente boa".Muitas pessoas que comentaram a notícia, ainda no jornal logo após a matéria, classificaram o cara como "deficiente".

Deficiente é aquele que não consegue mudar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem saber de que é dono do seu próprio futuro.
Louco é quem não procura ser feliz.
Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou de alguém da família.
Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás das mentiras que conta.
Paralítico é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético é quem não consegue ser doce.
Anão é quem tem o interior, tipo, o coração pequeno.
e Cego é quem define uma pessoa apenas pela primeira impressão que têm.

Que merda de pensamento é esse que o povo tem? Esse pensamento problemático é um lixo. Todo esse preconceito é um lixo.

O post fica por aqui. Até o próximo.
Obrigado á quem leu, e não se esqueçam de votar na enquete sobre os posts!
Abraços (:

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Arrisque mais. Viva mais

Aproveitando o momento de reflexão que tive hoje...

Rir é correr risco de parecer idiota.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Viver é correr o risco de morrer.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Presas por suas atitudes, elas viram escravas, acabando com sua liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre.


Vocês que acompanham o blog devem ter percebido que eu passei a postar coisas mais pensativas, reflexões, etc... É isso mesmo, depois do 1º post com esse estilo, me identifiquei e gostei de escrever essas coisas.


E por hoje, é isso. Até o próximo post.
Abraços, e obrigado.

domingo, 19 de setembro de 2010

Sociedade Padronizada

Essa semana, vi um outdoor de uma academia que me fez pensar no que a mídia consegue fazer com nossas mentes. Não me lembro o nome da academia que fez a propaganda, mas o anúncio era: "Nesse verão, você quer ser uma Baleia ou uma Sereia?"

Baleias sempre têm companhia.
Baleias nadam por aí, cruzando os mares e conhecendo lugares legais.
Baleias brincam muito. Baleias cantam muito bem.
Baleias são enormes e não têm predadores naturais.
Baleias são lindas e amadas.

Sereias não existem.

A mídia atualmente propõe padrões. Nós aceitamos tais padrões e tentamos nos ajustar á eles. Alguém fora desses padrões está fora da sociedade.

Padrões para tudo: para gostar de algum tipo de música, você deve se vestir de tal jeito. Para conquistar tal pessoa, você deve agir de tal jeito. Quando for sair com os amigos, para não ficar sozinho, você deve falar sobre tais coisas. Sem cumprir com esses padrões, você está automaticamente excluído, pois a mídia faz com que as pessoas "não gostem de você" se não estiver seguindo as suas definições.
Isso tudo dá ódio de viver em uma sociedade tão seletiva, só que não podemos esquecer que todos nós, até involuntáriamente, seguimos um padrão. Hoje, até criticando esses padrões você chega á seguir um deles. É, pensar nisso é escroto. E se aprofundarmos mais ainda os pensamentos, podemos ver que isso gera um tipo de "raiva" entre as pessoas que são seguidoras de um padrão e as pessoas que seguem outro padrão que é oposto, ou as pessoas que não seguem nenhum padrão, mas são contra esse padrão que aquelas pessoas seguem. Foi como ocorreu no VMB, que foi essa semana.
Os coloridos da banda Restart ganharam alguns prêmios que concorreram, derrotando outras bandas de peso. Ao receberem o prêmio, os integrantes foram vaiados pelo público presente no evento, que ficou revoltado com a vitória da banda. Porque? Simplesmente porque não gostam do padrão que a banda segue e espalha pelos seus admiradores. Não que eu queira defender o Restart, pois eu também não gosto deles, mas, essa guerra entre os seguidores de alguns padrões é infantil. É algo que as pessoas fazem por pura falta do que fazer. Você não gosta desse estilo? Pois bem, não se intrometa, deixe os coloridos com o jeitinho deles e continue a sua vida. Quem sabe, se esses padrões fossem "deixados de lado" pelos que são contra, eles não seriam mais notáveis e acabariam... Quem sabe se isso poderia aabar gerando algum tipo de "união"... Quem sabe um dia.
Enquanto isso, a mídia controla nossas mentes, fazendo de nós seus escravos. E nós todos continuamos aceitando. Mas é isso, quem sabe um dia né?

Por hoje é só isso, espero que gostem (:
Abraços, e obrigado.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Gordice

Mudar de colégio foi uma das melhores experiências que eu tive. Conquistei um grupo perfeito de pessoas. Amigos e amigas de verdade. Só que eu conheci uma gordinha no meio disso tudo. Essa garota fez 8 meses valerem por 8 anos na minha vida.
Gente vê, escuta e lê o que nós falamos um para o outro e pensam: "Estão namorando". Não, não é namorada, é uma irmã.
Muita gente que eu conheço, acha que "man, mina eh so pra pega". Não é não. Esse pensamento, pode-se até dizer que é preconceituoso, além de ser escroto. Claro que têm meninas que você fica e nunca mais vê ou não significou mais nada, só que viver disso é se isolar de chances para arranjar alguém pra amar.
Voltando ao assunto principal, essa gorda há um bom tempo vem alegrando minhas manhãs. Mesmo quando eu estou, ou fico sad ela me "levanta", sem precisar dizer nada, basta um olhar ou um sorriso. Abraçar ela me deixa alegre, e disposto á levar mais um dia nas costas com um sorriso no rosto.
Parece que é uma amizade que tem como base a seriedade e o comprometimento de um com o outro, mas na verdade, a alegria de ficar junto com ela é proporcionada pelas besteiras que fazemos ou falamos quando estamos juntos. Coisas que só nós dois conseguimos rir. Coisas que fortalecem um relacionamento como esse.
É uma amizade que se pode esperar qualquer coisa, mesmo já esperando algumas atitudes ou acontecimentos que sempre ocorrem no mesmo dia ou horário, como o fato dela sempre ficar doente ás terças feiras, ou o fato de eu deixar ela "drogada" ás sextas feiras, fazendo ela chorar de rir com idiotices.
Gastar meu tempo com ela é algo que eu faço com prazer, com alegria, e ainda por cima eu acho que ela também sente isso. Essa idéia me faz confiar nela cada vez mais. Só não sei como confiar mais ainda nela, pois ela sabe toda minha vida.
Me sinto alguém importante quando faço ela parar de chorar por algum problema pessoal, quando abraço ela forte e ela retribui, quando faço questão de pagar algo pra ela, ou quando consigo fazê-la rir em um dia não muito bom.
Tudo o que citei, não representa nem metade da nossa amizade. O amor que eu sinto por ela é algo indescritível, sem tamanho. Hoje, ela com certeza é personagem principal na minha vida.
Tenho muito á agradecer á essa gorda. Por ela me fazer feliz toda manhã, pelas besteiras que ela compartilha, pelas risadas, pelos abraços, pelas conversas, e por ser essa pessoa magnífica, e que "como todo mundo diz, foi o destino que me fez encontrar você".
Fico muito feliz mesmo, por ao menos imaginar que tenho mais alguém, mais uma amiga, que eu possa contar realmente. Melhores amigos, amigos de verdade são aqueles que quando você pensa que têm sempre algum deles ao seu lado, o seu dia se torna ótimo.

O post fica por aqui. Queria escrever mais, para que quando a gorda lêsse, ela chorasse e tal. Só que estou com sono, sem muita criatividade. Pretendo complementar o post essa semana.

Antes de me despedir, algumas idiotices como: Hoje eu estou... , filha de uma búfala gorda e peluda, Mbombela, 21 Guns, idiotices sobre sexo, cantar Snow Patrol, água na calça jeans, sedução, entre outras que estão por vir...

É isso gente, até o próximo post.

domingo, 12 de setembro de 2010

A idéia do ideal

Não adianta desistir de algo que você batalhou para conseguir, para partir para outra coisa que pareça perfeita. Não existe nada que seja ideal, que deixe alguém 100% satisfeito. Isso serve pra qualquer pessoa.
A idéia de que existe algo ideal para as pessoas não tem uma base sólida. Mesmo que uma pessoa fique satisfeita ou feliz por inteiro com alguma coisa, essa coisa, com o tempo, pode acabar. E algo que parecia ideal acaba, o sofrimento é indescritível. Ás vezes, as pessoas que acham algo que parece ideal acabam se precipitando, se apressando, e então adiantam o tempo que era pra o algo ideal acontecer, e assim pode-se destruir a satisfação que tinham previsto.
Esse pensamento de que devemos lutar por algo ideal, pra mim, é apenas um incentivo para buscar o que queremos. Buscar o que queremos, não buscar o que nos parece perfeito.
O algo ideal a que me refiro, não é o idealismo. Algo que você considere ideal pode ser um objeto, uma pessoa, uma idéia. Tendo qualquer coisa como objetivo (o que você ache que será ideal), essa tal coisa pode mostrar que não é nada do que você pensava que era. Aquilo te decepciona. Essa realidade provoca um tipo de desilusão em sua mente. Você pode se recompor, ou cair na tristeza.

Depois de conversar com seus amigos mais pensativos e inteligentes, o assunto debatido te contagia e te força a postar algo no blog.
Aliás, quem gosta dessas reflexões, leia o blog desse meu irmão, que está também na lista de sites recomendados (That Should Be Me).

Por hoje é isso, até o próximo post. Abraços.

sábado, 11 de setembro de 2010

O boletim

Uma folha de papel que mostra, além de tudo o que você fez ou não fez no trimestre, mostra também o que isso influenciou no seu desempenho escolar. O boletim, pra algumas pessoas é só mais uma alegria pra coleção. Pra outras pessoas, o boletim é como um monstro, que chega á você para dizer na sua cara as merdas que você cometeu no trimestre.
Sexta feira, dia 10, eu planejava ter um dos melhores dias do ano, só que bem nesse dia eu receberia o boletim, que eu já tinha plena consciencia que não seria uma maravilha. Eu teria aula de futsal logo após a aula, mas além de ter esquecido as chuteiras, fiquei sabendo que não teria gente suficiente no treino, então faltei. Mas, depois de sair do colégio, aí sim, o Daniel e o Rafinha vieram aqui em casa, ou seja, chorei de rir o dia todo. Além de receber os meus amigos em casa, mais tarde eu iria até o Shopping Morumbi com o Daniel, pra encontrar mais um pessoal. Esse saída pro shopping já estava totalmente combinada, só que o coordenador do colégio havia mandado uma ocorrência (famosa advertência) pros meus pais, de que eu havia faltado na aula de futsal. Meu pai ligou pra mim de tarde me impedindo de ir ao shopping á noite. Se naquele dia eu estivesse sozinho em cas, eu ficaria muito revoltado e triste por não poder rever os meus amigos que iriam ao shopping, só que tinham dois animais do meu lado, me fazendo relinchar de rir. Á noite, meus pais chegaram em casa, e logo fomos jantar. O Rafinha e o Daniel ainda estavam aqui comigo e na mesa do jantar, começamos a falar sobre escola. Meus pais já sabiam que meu boletim não seria bom e ainda com a ocorrência do dia, eles começaram a falar do meu desempenho, ás vezes com indiretas e outras vezes falando na minha cara. Uma hora meu pai falou algo sobre política e perguntou quem de nós três lia com frequencia coisas desse tema, e eu respondi que sim. Minha mãe falou bem baixinho, ironicamente: "Lê sim...". E, SIM, EU LEIO SOBRE POLÍTICA. Nunca gosto de discutir com meus pais, mas nunca resisto a argumentar em minha defesa, ou em defesa de algum ideal, só que ontem meus amigos estavam lá comigo e ficaria algo muito chato e vergonhoso. Acabei me segurando e concordando com tudo o que eles diziam sobre mim. Já por volta das 23h o Rafinha foi embora, e o Daniel acabou dormindo aqui em casa.
No dia seguinte (hoje) ocorreria a reunião de pais do colégio, que meu pai compareceu. Eu e o Daniel acordamos tarde, tomamos café da manhã e foi quando eu vi grudado na geladeira o meu boletim. Fiquei de 8 recuperações. 4 delas ainda estou com média boa por causa do primeiro trimestre. As outras 4 me preocupam.

Física - A matéria é realmente difícil.

Geografia - Professor não sabe ensinar a matéria, de verdade.

Sociologia - A matéria é baseada em textos, e memorização de características do Séc. XIV, e nada mais.

Filosofia - Nunca usei e nunca usarei drogas, a ponto de entender essa matéria.


Eu e o Daniel estávamos sozinhos em casa. Depois que tomamos café, fomos pegar os boletins e conversar sobre aquelas notas. Depois de várias contas e risadas, analisamos a nossa situação e confirmamos que, é só forçar no último trimestre, que passaremos para o 2º ano sem maiores problemas. Logo após isso tudo, fomos nos sentar no sofá e conversar sobre escola, e essas coisas.
Metade das matérias que todos nós estudamos, não servem pra nada. Serviriam se você pretende ser engenheiro, pois parece que é nisso que a escola foca. Cada matéria agora no 1° ano está sendo direcionada para uma área bem específica, que mais ou menos 5% dos alunos seguirão. Por isso não tenho nem vontade de dar tudo de mim na escola. Vou me matar de estudar pra aquela matéria ser descartada algum tempo depois. E, mesmo estudando, como é possível ir bem se o professor que diz ter estudado na USP não sabe passar a matéria para os alunos com clareza? Existem alguns casos como esse na Fecap, que impedem os alunos de terem um desempenho que retribua de alguma forma, o dinheiro que os pais gastam pagando nossos estudos. Porque isso? Lembrem-se qu, como já falei em posts anteriores, os políticos
Quando eu falo sobre notas, eu falo sobre a escola. Quando eu falo sobre a escola, eu falo sobre os professores. Quando eu falo sobre os professores, eu falo sobre educação. Quando eu falo sobre educação, eu falo sobre política. E quando eu falo sobre política eu começo a ficar muito puto, e me dá vontade de postar no blog e matar alguém.

Então, o post de hoje fica nisso. Até o próximo.
Abraços, e obrigado pra quem leu (:

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Os problemas nunca somem

Depois daquela "crise" na família depois das férias, apesar daqueles desentendimentos entre nós e os erros que todos nós normalmente cometemo, tudo estava bem. Só que a vida é feita de fases, e essa fase de harmonia dentro de casa durou pouco.

Meu irmão, Breno, fez seu 11° aniversário dia 13 de agosto (sexta 13), e lógicamente, minha família se dirigia á ele dizendo coisas como "Você ficou mais velho, mais maduro, vai ter mais responsabilidades..." Essa é a idade de, basicamente, começar a deixar de lado aquele jeito infantil de ser, pra começar a pensar de um jeito mais maduro. Claro que não vai ser aquela maturidade monstruosa que vai nascer de uma hora pra outra, mas seria bom, pelo menos iniciar alguma ação em relação á esse amadurecimento.

O problema foi que aparentemente, ele cresceu apenas físicamente. Mentalmente, sobre essa questão de amadurecer, meu irmão apenas retrocedeu. Hoje, ele se mostra uma pessoa teimosa, brava, chata, infantil...

Em uma conversa que tivemos essa semana, minha mãe comentou sobre a mudança de escola que ocorreu no início do ano. Eu e meu irmão estudávamos em um colégio onde éramos bolsistas, pois minha mãe trabalhava lá, só que minha mãe saiu do trabalho em 2009 e em 2010, tivemos que mudar de colégio. Nessa mudança, eu saí mais feliz do que qualquer um imaginaria, pois, hoje, o pessoal da FECAP já representa uma nova família pra mim. Já o meu irmão, se transferiu para o colégio Cristo Rei, aqui perto de casa. Ele já vinha gostando da idéia de mudar de colégio, pois estava passando por um momento ruim no outro colégio, só que ele tinha muitos amigos lá, e na mudançam acabou perdendo contato com grande parte deles. O Breno tem tido problemas com o colégio novo, tanto com os amigos, quanto com as notas. Isso, pelo jeito, afetou os sentimentos e o jeito dele de lidar com as coisas.

Em casa, meu irmão vem sendo realmente um problema, arranjando confusão até com crianças com a metade da idade dele. Todo dia ocorre alguma "briga" em casa, seja por causa das lições que ele deixou de fazer, pela sujeira e a bagunça que ele deixa em casa, ou pelo jeito de lidar com os acontecimentos do cotidiano.

Discutindo sobre o assunto, meus pais chegaram a pensar que essas atitudes do Breno, podem ser como um pedido de ajuda, para ele se "resolver" de uma vez, mas esse foi o motivo da minha revolta naquele dia: Uma pessoa que trata mal quem está junto dela, com ignorância, grosseria e infantilidade, nas horas que essas pessosas estão tentando ter só uma conversa sobre esse problema, parece estar pedindo ajuda? Se isso for o pedido de ajuda dele, não ajudarei, pois sempre que tento me aproximar para conversar ele começa a esbravejar. Pela gravidade da situação, meus pais conversaram com uma psicóloga, para tentar resolver esse assunto. A psicóloga quer que a família toda compareça á consulta. Eu me recuso a ir, tentar ajudar alguém que não quer ser ajudado. Mesmo com tudo isso, eu confio no potencial do meu irmão, e sei que ele consegue reverter essa situação, mas isso acontecerá somente com uma ação conjunta, quando ele se posicionar de uma maneira mais madura, pensando em resolver isso tudo.


Não adianta nada agir, se o principal personagem dessa história não querer que essa ação ocorra.


Fica por aqui. Obrigado mais uma vez á quem lê os posts.

Abraço.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Aquilo que te deixa, assim...

Domingo, pouco antes de ir para o pacaembu, estava em casa almoçando em família. Estávamos reunidos, os quatro, conversando sobre o sábado que, eu, meu pai e meu irmão, passamos no Guarujá. Minha mãe, que não foi conosco, estava perguntando das coisas que fizemos lá e tal, até que ela perguntou pro meu pai: "E o caso da Bruna, como ficou?". Bruna é uma amiga minha, aliás, uma grande amiga. Eu conheço ela há um bom tempo, e é filha de um amigo do meu pai que viajou com a gente pro Guarujá. Meu pai respondeu, explicando algumas coisas sobre plano de saúde e tal. Fiquei com aquela cara de 'WTF?', até que perguntei "O que aconteceu com a Bruna?" e meus pais "Você não sabe? Ela ficou grávida."
Juro, na hora tentei disfarçar, mas por dentro tudo havia parado. Fiquei meio que, pasmo. Bruna grávida? Como assim? É sério?
Tudo bem que, desde que a gente começou a se falar direito, já dava pra perceber que ela não tinha uma cabeça boa pra essas coisas, era fácil de fazer a cabeça dela, de influenciar. Só que isso é uma coisa tão, ridícula. Com tantas coisas avisando, pra previnir, pra tomar cuidado, a pessoa insiste e acaba fodendo a vida, não só dela, como a da família.
Sabe, ela era tão próxima a mim. Viajamos muito juntos, passamos muitas férias juntos, fomos á várias festas... Não encarei esse fato de um jeito normal, pois além de sermos muito amigos, ela é mais nova do que eu.
Depois da notícia, senti algo inexplicável, era uma mistura de tristeza com raiva e memórias. Fiquei sad aquelas horas. Fora os outros fatos que me deprimiram mais ainda no mesmo dia como a derrota do meu time, que eu presenciei no Pacaembu.
Posso falar, reclamar e criticar o quanto quiser, só que o pior já aconteceu. Até agora, não me caiu a ficha de que "A Bruna tá gravida..."

Esse post fica por aqui. Escrever mais só me deixará cada vez mais triste.
Abraços (:

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Here we go, again.

Como a maioria dos leitores deve ter percebido, acabei apagando meu último post sobre amor, quase me declarando, graças á algumas coisas que eu vi e tal. E então, escreverei sobre o assunto.
Como já disse anteriormente, o amor é foda. Há um bom tempo eu não acerto a pessoa que eu deva amar, e dessa vez, acho que não foi diferente. Sorte minha que o amor não cresceu e nem acabou sendo correspondido á altura, pois sofrer por amor é algo que machuca e acaba com as chances de ficar de bem com a vida ou estar com alto astral. Dessa vez, não era grande coisa, era apenas uma manifestação amorosa, até meio apelativa, de alguém que de fato "está na seca". E esse termo, pra mim, não é só com relação aos beijos, mas também com relação aos amores.
Agora, com a pessoa a quem eu me referi no post anterior (que foi excluído), pretendo seguir só na amizade mesmo, sem nada de mais. A menos, é claro, que ela acabe sentindo alguma coisa a mais. E vou parar de me declarar publicamente como fiz naquele post, vou passar a falar o que penso sobre isso, do jeito que eu falei, diretamente com a pessoa. Vou me conter quando voltar a escrever sobre algo desse gênero.
Pensei sozinho e conversei com algumas pessoas, e cheguei a uma conclusão: Não vou "forçar" alguém a se tornar meu amor, se declarando e tal, vou esperar até que eu tenha certeza de que é a escolha certa a fazer, e aproveitar as chances que vierem.
"O amor nada mais é, do que a conquista de nós próprios no outro"
(Friederich Nietzsche)
Abraços, e até o próximo post.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Um fim de semana.

Começou quinta feira, quando o Léo agitou o pessoal da sala e nós acabamos combinando de ir pra minha casa sexta feira. Depois da aula na sexta, o pessoal se reuniu na porta do colégio (estávamos em 13) e fomos pro metrô, com destino á minha casa. Como sempre, fomos zoando no caminho, no metrô e na rua todo mundo ficava brincando. De início, planejávamos fazer um campeonato de videogame, assim como fizemos no início do mês, mas tinha gente jogando futebol no quintal, brincando com o passarinho, andando de bicicleta, conversando... Acabou não rolando campeonato nenhum, porém, as poucas pessoas que jogaram se divertiram.
Depois de algumas horas, o pessoal foi embora. Ficaram aqui em casa somente o Daniel, a Vi, a Gorda e o namorado dela, Victor. Por volta das 8 da noite eles foram embora, e o Daniel acabou dormindo aqui.
Chegou o sábado. Fiz as provas de manhã no colégio, e voltei pra casa. No sábado eu iria á uma festa de 15, com o Rafinha, só que logo depois de chegar em casa, recebo a notícia de que ele não poderia ir comigo. Fiquei pensando em ir sozinho, só que não acho que tenho muita afinidade com o pessoal que ia na festa, então busquei outra pessoa pra ir comigo. Depois de algumas horas de tentavivas falhas, acabei ligando pro Johnny, que aceitou meu convite.
Perto das 8 da noite, vesti meu terno e fui pegar o Johnny na casa dele. De lá, fomos pra festa.
Eu seria um dos 15 que dançaria junto da aniversariante, só que não sabia dançar. Disseram para eu chegar uma hora antes do início da festa (21:40) para ensaiar alguma coisa. E assim foi. Cheguei com o Johnny ás 20:50 no buffet. Só que, ao entrar, percebemos que nem a aniversariante havia chegado, e estavam tirando fotos do salão antes da festa. Ficamos lá, de pé, de terno, quase uma hora. Chegaram a perguntar se nós dois éramos da segurança ou algo do tipo! Ficamos rindo da situação, até que a aniversariante chegou, e nos cumprimentou.
Depois de um tempo foram chegando os outros convidados, gente do meu antigo colégio que eu não via há um bom tempo. Ficamos conversando, bebendo e rindo até a hora da cerimônia, que ocorreu perto da meia noite. Os convidados que dançariam, como eu, foram chamados para fora do buffet, onde receberíamos as instruções do que fazer, como fazer, quando fazer, etc.
Acender a vela pequena na vela grande que estará acesa na mesa. Passar a vela para o seu par. Andar até a posição designada. Esperar os outros casais.
Após colocar isso em prática, chegou a hora da dança, que eu acabei não ensaiando, logo, não aprendendo. O Johnny, que me viu dançar de perto, disse que eu não dancei valsa, e sim forró.
Vergonha á parte, a cerimônia foi divertida. Minutos depois de acabarem as danças e tudo mais, os amplificadores foram ligados e as luzes mais fortes apagaram, dando lugar a holofotes coloridos. Estava começando a baladinha, que todos estavam esperando. E a partir daí, virou uma festa de verdade, ninguem parava de dançar, cantar e pular. A playlist começou com música eletrônica, das mais popularezinhas, que eu não gosto, como Black Eyed Peas, Lady Gaga e Kate Perry. A partir daí piorou, começou a tocar funk e sertanejo, mas não era por isso que eu iria ficar parado. Depois do sertanejo, tocaram flashbacks famosos, como YMCA e It's Raining Man. A festa parecia estar acabando, quando a música eletrônica voltou forte, com David Guetta e mais alguns excelentes DJ's. O relógio já chegava perto das 4 da manhã quando nos cansamos, e fomos nos sentar e conversar. Ficamos uns minutos lá e fui embora pra casa. A festa que eu achei que eu não curtiria, acabou sendo uma das melhores do ano.
Acordei tarde no domingo, com o meu amigo Luís Gustavo atirando um sapato nas minhas costas. Ficava me perguntando por que ele estava lá, e porque tinha fumaça e cheiro de churrasco no ar. "Claro, hoje tem jogo..." Além do jogo, era aniversário do padrinho do meu irmão, grande amigo de todo mundo aqui em casa. Tinham umas 20 pessoas aqui, entre amigos do meu pai, do padrinho do meu irmão e também do meu irmão.
Meu café da manhã foi pão de alho e bisteca. Nem deu tempo de arrumar a cama, já estavam cantando o hino nacional no estádio. Mas, era no Pacaembu? O Palmeiras não jogaria em Minas Gerais? Pois é, era jogo do Corinthians, que fui obrigado a assistir, porque o aniversariante era corinthiano. Implorei para que pudesse ver o segundo tempo do jogo do Palmeiras e acabei conseguindo.
Os jogos acabaram em 2x1, tanto o do Palmeiras quanto o do Corinthians. Os gols do Corinthians saíram no 1º tempo, e os do Palmeiras, no 2º tempo, ou seja: o melhor dos dois jogos, eu pude ver.
E esse foi um final de semana rox, bem rox. Pude aproveitar muito bem, com as pessoas que eu gosto. Espero poder vivenciar coisas como essa mais vezes.
Acaba por aqui. Abraços, e um obrigado á quem lê o blog.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pior que tá, não fica

Ah, eleições...
Essa magnífica época em que as ruas se enchem de folhetos de campanha eleitoral e que todos criticam a política do país.
Criticam a política do país, com razão. Há um bom tempo, essa área está definitivamente uma merda. Eu não tinha noção de política até alguns anos atrás, então são nos fatos que se baseia o meu pensamento, como o escândalo do Mensalão (2005). Parei pra pensar bem nisso, hoje, pois durante a aula de publicidade, vimos dois vídeos relacionados ao assunto, sendo eles, a propaganda eleitoral do Tiririca, e o vídeo do Felipe Neto, Não Faz Sentido: Políticos.
Os dois me fizeram refletir sobre o assunto em questão. O Não Faz Sentido, caracteriza a situação que vive a política atualmente.
Política seria interessante, se fosse algo que aprendêssemos a entender já na escola, e pudessemos saber pra que serve cada cargo, e coisas do gênero. Isso só aconteceria se o governo investisse na educação do país, o que não acontece. Porque não acontece? Porque, com o povo entendendo de política, os políticos seriam muito mais criticados e colocariam seu valiosos salário em risco. Esse país não cresce devidamente, por causa desse pessoal que nós mesmos colocamos no poder. O problema é que, o cidadão tem que votar, e não tem escolha: Você vai votar em algum candidato que fará mal á sociedade no futuro.
É inevitável, graças aos "puxadores de voto", como o Tiririca.
As eleições não dão lugar aos candidatos que tiveram mais votos, mas sim ao partido que teve apenas um candidato com um número massivo de votos. Para isso, os partidos chamam pessoas famosas para se eleger, como foi com Clodovil, Tiririca, Marcelinho Carioca, entre outros. O partido do candidato vencedor tem direito a um certo nº de vagas na câmara.
E esses randoms que vão pra câmara que fodem o sistema todo.
Mas é assim, por enquanto. Ninguém resolve isso sozinho, não é só "chegar alguém decente lá", tem que surgir um grupo de pessoas que façam a diferença. E isso, pra ontem.

O post, foi mais uma descarga dos pensamentos sobre esse lixo de governo. Daqui a pouco eu sossego em relação á isso. Mas pensar nisso, sempre me deixa puto.

Acaba por aqui. Abraço aos leitores, e obrigado por acompanhar os posts. (:


domingo, 22 de agosto de 2010

Melhor, impossível

Hoje á tarde, vários amigos meus e do meu pai vieram até minha casa pra ver o jogo do Palmeiras e fazer um churrasco. Minha mãe, há um bom tempo havia pensado em mudar minha cama de lugar, do quarto do meu irmão para o meu "novo quarto". Tinham pelo menos 20 pessoas aqui, e muitos homens. Minha mãe não pensou duas vezes e pediu ajuda de todos para levar minha cama até o ourto quarto. E assim foi feito. Minutos depois o quarto já estava arrumado.
O quarto novo é meio isolado da casa, e isso dificulta pra eu dormir lá todos os dias.
Á noite, depois que todo o pessoal foi embora, acabei indo ao "quarto novo" pra ver como estava, e realmente, tinha ficado muito legal. Um tempo depois, cheguei perto da minha mãe, e perguntei se poderia passar a dormir lá no quarto e ela disse que sim, contanto que eu arrumasse a bagunça que estava lá. Fui direto arrumar tudo o que tinha lá em cima no quarto e depois de uma meia hora, acabei. Estava pronto para ser minha nova casa.
O quarto não é grande, muito pelo contrário, mas tem tudo o que eu preciso: Banheiro, PC, cama, televisão, videogame, som... E digamos que desde que foi construído, esse quarto tem sido o meu espaço, onde eu posso fazer as minhas coisas, ter as minhas conversas sem que ninguem interrompa.
Depois de levar, do quarto antigo pro quarto novo, quase tudo entre roupas, cobertores, tênis, livros e tal, acabei falando tchau pra minha família e vim pra cá dormir.
Minha família encarou isso como se eu estivesse indo pra faculdade. Todos ficaram puxando assunto pra fazer com que eu ficasse mais um tempo com eles. Tudo isso faz parte da felicidade que eu sinto agora.

Fiz esse post porque, o fato de eu finalmente estar "morando" aqui em cima me alegra, é algo que eu não esperava que acontecesse tão rápido. Estou bem feliz no momento, e espero que assim continue.

Melhor que isso, impossível. Ou quase impossível. Pra ficar simplesmente perfeito, falta uma namorada e um iTouch. (:

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Memories

Ontem, recebi umas perguntas no meu Formspring...aquelas perguntas prontas, pra você responder todos os "artigos" da pergunta, tipo: "1. Quem é seu melhor amigo? 2. Qual é..."
Pra responder algumas questões, parava para pensar o que responder, e nisso, minhas lembranças surgiam, e eu sorria pra tela do computador.
Fiquei lendo aquelas perguntas por um bom tempo, lembrando de tudo o que poderia se envolver na minha resposta. Lógicamente, poucos leitores entenderão o que se passava na minha cabeça, em cada pergunta. As perguntas que mais me fizeram sorrir, e lembrar dos momentos bons foram essa e essa.
Por exemplo, quando li: Cite nome de amigos que: 7 - mais te fazem rir, na hora lembrei de todas as macaquices/merdas/relinchadas com o negro do Rafinha, das vezes que a Gorda cantava "21 Guns" do Green Day, dos debates do #CDC, de todas as vezes que a gente arrastou e zoou de qualquer coisa na sala de aula...
Quando li: 8: que você considera como irmãos (ãs), também lembrei daquele inesquecível abraço que a Best me deu, dos momentos com o Luís, das conversas com a Jú Rosa, de todo o tempo que eu passo com a Gorda e com a Vii, do Fê Colírio, da carona que eu dou pro Johnny todos os dias, e das vezes que o Daniels veio aqui passar a tarde.
Na outra pergunta, acho que exercitei mais minha mente. Lendo coisas como: Quem te lembra: mensagem de madrugada, lembrei das longas conversas com a Vii e com o Daniels.
Manhãs divertidas, logo pensei na Gorda, na Michelle, Cauê , Léo, Lamothe, Thais, Nicolau...
Tardes emocionantes, pensei no Rafinha no busão, no Luís, Marcelo, Du...
Noites inequecíveis, demorei pra responder, pois começei a lembrar de tudo o que aconteceu nas 6 noites que eu passei no Costão, com aquele povo lindo. *-*
e, por fim, Banco imobiliário (-q), algo que sem dúvida, me faz lembrar da minha prima de SC, que sendo a mais velha, sempre roubava da gente no jogo.

Essas coisas que me fazer refletir sobre a importância dessas pessoas na minha vida. A maioria delas, essenciais. Só tenho a agradecer á essa manada que apareceu pra alegrar essa vida.

Fica nisso por hoje. Obrigado mais uma vez, e um abraço a todos (:

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Love is gonna save me - parte 2

Postarei agora, o que ficou na minha cabeça após o post de ontem (:

E é assim...Pra essa matéria de amor, eu desenvolvi uma pensamento simples:
  1. Não sou bonito - logo, não fico com muitas meninas
  2. Não fico com muitas meninas - logo, quando eu fico, quer dizer que a pessoa gosta de mim
  3. Se a pessoa gosta de mim, ela é importante - logo, quero fazer com que dure
Se tudo ocorrese conforme o que eu escrevi, seria ótimo, até mais fácil de arranjar alguém pra ficar junto e tal...
E outra coisa que eu estive pensando, é assim: Ás vezes, numa conversa, eu falo "Putz, meu cabelo tá escroto" ou "Olha pra minha cara de bonitão" e as que estão conversando falam "Para com isso, Pê, você tá lindo" ou algo do gênero...
Sério, olha direito pra mim, ok? Quem fala isso geralmente já são minhas amigas, e por isso fico achando que elas falam isso por dó, pra tentar me deixar feliz. Só que eu não me acho bonito, e isso dificulta, e até atrapalha algumas amizades também.
Esse fato, além de dificultar uma conversa, também diminui minhas chances de arrumar alguém, pois eu não sinto segurança na hora...Sabe, fico naquela de "como alguém bonita como ela vai querer um cara que nem eu?"...

Haha, isso até parece ser um post de um emo. Mas isso é o que eu fico pensando depois de refletir algum tempo sobre o assunto.

Agora, lembrando um pouco do outro post, me veio á cabeça a letra de uma música do MSTRKRFT com o John Legend. Tá aí a letra de "Heartbreaker"

Remember when I caught your eye
you gave me rainbows and butterflies
we did enjoy our happiness?
when our love was over
I was such a mess

I smiled at you
and you smiled back
that's when I knew
there?s no turning back
you said you loved me
and I did too
now though it's over
I still love you

I tried to fight it
I tried so hard
and every day
I pray to god
that you and me were meant to be
but you had another
you had a lover

And now is gone
I don't know why
I feel like crying
just want to die
I can't look at you
and you know why
no, I tried so hard
to catch your eye

you're in my mind
you're in my heart
I wish I knew right from the start
all my friends said you break my heart
A heartbreaker right from the start

E acaba por aqui. Um efusivo abraço aos leitores (:


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