terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ponto pra você, Pedro

Mais uma vez, minha boca grande e meu coração provavelmente acabaram com um relacionamento (relacionamento ≠ namoro ou algo do tipo, que fique bem claro).
O difícil agora é reconquistar a confiança dela, pra pelo menos tê-la por perto, pelo fato de ela ter se tornado importante em tão pouco tempo.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Beside who, are you?

É, é nessas horas que você descobre de quem você gosta de verdade, e quem gosta de você. Não, eu não estou falando de amor, namoro, etc... Estou falando de amizade, amor de amigo, amizade de verdade.
Já são quase 23h, e agora há pouco me ligou um número desconhecido, que já havia aparecido alguma vez no meu celular.
Era uma amiga minha, uma das melhores. Ela estava chorando na casa dela, e veio "desabafar" comigo. Realmente, ela está com problemas na vida dela, e por ser um amigo dela eu sei desses problemas. Ela me disse que o meu nome foi o primeiro que ela lembrou, e por isso acabou me ligando.
Mesmo sendo algo que aconteceu por acaso, me sinto bem por ter algum reconhecimento... Isso me dá forças para seguir buscando algo a mais na minha vida.
Só que o fato é que as palavras vindas dessa minha amiga, chorando, me deixaram triste. Estou triste agora, ao escrever, aliás.
Eu sempre fui o amigo que escuta os problemas, e tenta solucioná-los para quem realmente importa na minha vida. Só que tem vezes, que não se pode ajudar. Não tem explicação, apenas é impossível tentar melhorar a situação... Agora há pouco, durante a ligação, tentei incentivá-la, falar coisas como "Vai ficar tudo bem", ou até, ás vezes um "Eu te amo". Mas não tem jeito. E o pior é que você se sente parte daqueles problemas todos, como se, não resolvendo-0s para os outros os problemas acabam sendo também seus.
Situações como essa já ocorreram anteriormente. Situações diferentes, óbvio. Mas o resultado é o mesmo.
Apesar de toda a raiva, tristeza e tempo gasto com todos esses problemas, com eles, você descobre quem está do seu lado... e do lado de quem você está.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Altruísmo

“Altruísmo é um tipo de comportamento encontrado nos seres humanos e outros seres vivos, em que as ações de um indivíduo beneficiam outro trazendo algum tipo de prejuízo para o próprio “

Parece aquela coisa, own que fofo, mas na verdade não é. Antigamente pensava assim. Pra falar a verdade, por um lado é bom, você ajuda o próximo e tudo o mais. Mas para si mesmo é horrivel, você não pensa quase nada no seu próprio bem estar, é horrivel.

Tenho que começar a pensar mais em mim e eu precisava muito ter dito isso.


É, sabe aquelas brincadeiras (que eu já devo ter citado aqui no blog) que fazem com você, que mesmo sendo "inocentes" acabam te deixando arrependido, ás vezes, por você não ter dito "não". Mesmo que você tenha feito outras pessoas se divertirem por causa da brincadeira, tudo acaba naquela crise de personalidade.
Tenho esse problema de não saber dizer "não", e faz tempo. Muitas vezes isso me atrapalha, quando me pedem pra fazer alguma coisa que não quero fazer, ou coisas desse tipo. E poucas vezes esse meu altruísmo e minha dificuldade de dizer "não" me favorece.
Não considero isso como "falta de personalidade". Muito pelo contrário. Acho que esse é, sim, o meu jeito de ser, e faz parte da minha personalidade.
Mas, o fato é, que depois de um tempo isso tudo começa a ficar mais chato. E quanto mais isso acontece, eu fico pesando mais naquela idéia... "Como eu sou bobo, pelo amor de Deus... Porque eu deixo fazerem isso comigo?". Mas, nisso, um novo dia começa a aparecer, e esse pensamento vai embora. E nesse novo dia, as brincadeiras continuam.
É um círculo.
Não que eu tenha raiva dessas brincadeiras. Isso não. Nunca. Mas é que, quem sabe, por causa desse meu jeito, eu comprometa algo no meu futuro...


É isso, fica por aqui.
Até a próxima (:


Texto inicial, de Rafael Vaini

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Como pode?

Como pode alguém amar outra pessoa, mal conhecendo-a?
É estranho, sim. Faz pouco tempo que a gente começou a se falar. Mas, nesse pouco tempo, ela conseguiu, digamos, me conquistar.
Me perguntaram se eu estava apaixonado. Apaixonado, não. Ainda não. Estou ainda, afim.
E esse é o amor, me fazendo pensar nela o dia todo. E eu continuo com aquela história: "Quem sabe um dia..."

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