segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Nobody said it was easy

É, eu "reclamava" de estar sem ninguém até um tempo atrás. É claro que os sentimentos de um random não são grande coisa, mas significa alguma coisa pra esse random.
Essa noite, recebi uma mensagem no Tumblr. Para simplificar e deixar o papo furado de fora, segue a conversa. (Perguntas e respostas)

Anonymous asked: apaixonado /afim / pensando em alguém ?

não / sim / sim

Anonymous asked: quem é a pessoa que você está afim / pensando ?

:x

Anonymous asked: porque :x ? flaa :)

Quem sabe outra hora.

Anonymous asked: conheço pessoas que sofrem por sua causa .

por amor?

Anonymous asked: sim

podemos conversar então? (não por aqui, aliás)

Anonymous asked: onde você quer conversar ?

msn, pode ser?

Anonymous asked: esqueça ..

Agora eu quero resolver isso. Ou prefere deixar alguém sofrendo, como você disse?

Anonymous asked: deixar sofrendo , porque logo mais essa pessoa desencana e te esquece .

ou não. quero saber quem é antes, pra ver se é você o motivo dos meus momentos de reflexão.

Anonymous asked: quais são seus momentos de reflexão ? E por que quer tanto saber ?

reflexões sobre amor, pra saber o que eu faço ou não na minha vida. e, quero saber, porque você me deixou curioso… vai que essas reflexões acabam e eu resolva logo tudo isso…

Anonymous asked: não , deixa do jeito que tá agora .. melhor ..

não quero deixar assim. você me conhece, sabe que eu não gosto de ver gente próxima de mim sofrer

Anonymous asked: qm voce acha que é?

não sei ainda. se soubesse, já teria chamado pra conversar.

Anonymous asked: vai pensando .. depois você fala que você pensa que é ..

não quero descobrir sozinho quem é. quero saber disso por você mesma.

Anonymous asked: ou vai falar por sua conta e risco com a pessoa que você pensa ser

ou não. se eu pergunto pra pessoa errada, como fica? você começou isso, agora só me resta saber como você vai terminar.

Anonymous asked: vou terminar te deixando com um ponto de interrogação na cabeça .. pra você pensar e tentar chegar numa conclusão sozinho .

tudo bem, se você prefere assim, que seja assim


É, hoje acabou nisso.

Só sei que o que já estava uma confusão, apenas vêm piorando. Mas quem sabe, isso tudo se resolve logo... E eu espero que quando isso aconteça, eu acabe saindo "no lucro". Pelo menos dessa vez. Mas tudo vai depender do que acontecer nos próximos momentos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Problemas nunca somem - Parte 2

É fato. Por mais que tudo pareça bem, sempre nasce alguma coisa para perturbar seu bem estar.
É como está escrito no sub-título do blog: "Quando você acredita que está voltando a controlar a situação, que nada mais vai dar errado, a vida te dá uma nova lição".
A ainda pequena "turbulência" que está ocorrendo, é parecida com aquela situação que ocorreu há uns 2 meses. Só que o problema agora é outro, e o mais afetado por esse tal problema sou eu.
Aquele estresse e toda a pressão do trabalho da minha mãe, que é trazido pra casa, é descontado em coisas insignificantes, fúteis. Ás vezes, o problema que é de um acaba sendo dos quatro por causa desse estresse todo, pois esse tal estresse é algo amplo. Conviver com alguém estressado, te deixa estressado também. É como ter algum fumante ao seu lado: Ele fuma, e você, passivamente, fuma junto.
O que vem me deixando irritado esses últimos dias é o fato da minha mãe estar intolerante demais com as coisas que acontecem no meu colégio. Coisas minhas, com os meus amigos, com os meus assuntos, as minhas conversas, as minhas brincadeiras, etc. Um exemplo que tem sido o mais comum é quando eu chego do colégio com algum desenho nos braços. Duas amigas minhas, as melhores, aliás, quase sempre brincam comigo e fazem algum desenho no meu braço. Algo inútil, claro, mas é uma brincadeira de amigo, algo comum. Minha mãe quando vê os tais desenhos e rabiscos acaba se irritando e descontando sua raiva e a pressão do trabalho naquelas marquinhas na pele. Frases como "Pedro, isso é coisa de marginal!", "Da próxima vez eu convoco uma reunião com os pais dessa garota!", entre outras é que me deixam irritado pelo fato d'ela não entender que eu tenho amigos, e eu brinco com eles do jeito que eles gostam.
Fora os fatos que envolvem essas coisas da escola, também tem a parte do convívio familiar, que têm sido difícil depois da viagem pra SC. O que parece, é que minha mãe procura defeitos nas pessoas e tenta fazer tempestade em copo d'água. Por exemplo: na volta da viagem, minha mãe chamou eu, meu pai, e meu irmão para nos reunir no quarto e discutir sobre "algumas coisas que tinham deixado-a triste". Ela falou comigo e com o meu irmão, reclamando muito e chegou até o meu pai, dizendo que ele tinha bebido demais na festa e dirigiu perigosamente no caminho de volta. Eu não consegui me conter e dei minha réplica, dizendo que meu pai não bebeu e dirigiu bem. Meu pai gosta de se divertir nas viagens, e muito, mas dessa vez fiquei muito orgulhoso dele por não ter bebido quase nada...mesmo estando numa festa cujo objetivo é embebedar o público. A parte de dirigir perigosamente foi só mais um sinal de estresse da minha mãe, pois meu pai dirigiu do jeito que ele sempre dirigiu, e ela nunca havia reclamado tanto. Minha mãe acabou brava comigo aquele dia, e eu bravo com ela, e isso acabou desencadeando uma série de conflitos que acabaram acontecendo essa semana. Conflitos pequenos, simples. Mas é aquela história da "bola de neve"...
Só espero que essa fase passe logo, pois eu estou querendo voltar a passar meu tempo com ela sem medo de ser interrompido com alguma crítica, reclamação ou até humilhação (como aconteceu hoje).

E é isso, o post termina aqui, Abraços e até o próximo (:

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Time of your life

Ontem, dia 20/10, tive uma manhã comum, até um pouco mais cansativa do que o normal devido á aula de educação física de 1 hora e meia. Voltei pra casa cansado, só que um pouco mais agitado do que o normal. Estava pilhado, ancioso. Cheguei em casa e fui descansar para poder aguentar o resto do dia, que seria com certeza um dos melhores do ano. Deitei na minha cama e deixei tocando músicas como "Boulevard of Broken Dreams" e "Nice Guys Finish Last". Nem cheguei a dormir, pois uns 40 minutos depois, meu pai já estava me chamando para sair de casa, encontrar meu amigo Luís.
Pegamos o carro e fomos até o Anhembi, onde assistiríamos último show do Green Day em sua passaem pelo Brasil. Eu e o Luís, loucos, pulando antes mesmo do show começa, até pelo vento frio que estava na Arena.
O show estava programado para começar ás 22h, e antes a abertura de uma banda independente. A banda ninguém conhecia. Ela foi escolhida por um concurso da MTV para abrir o show do Green Day.
Os caras da banda "Nevilton" começaram a tocar por volta das 20h, e mesmo não animando tanto assim, eles já prepararam o público de 20.000 pessoas para a apresentação principal.
Todos estavam esperando anciosamente que o relógio marcasse 22h... Só que para a nossa surpresa, Billy Joe Armstrong entrou no palco correndo e pulando junto com Mike Dirnt e Tre Cool logo ás 21:30. E aí começou toda a agitação, com a banda tocando as músicas menos badaladas, do novo álbum "21st Century Breakdown". A primeira música a ser tocada foi "Song of the Century" que mesmo animando o público, não deixou o pessoal muito agitado... Até que depois de uns 20 minutos de show, o baterisa Tre Cool começa a tocar a melodia do refrão do sucesso "Holiday". Fomos todos á loucura, pulando e cantando. Depois disso o clima voltou a ficar menos agitado, com as músicas do álbum novo.
Foi perto do show completar 1 hora que o clima começou a ficar bem agitado. Billy Joe, gritando, disse "This isn't just a party. This is a fuckin' celebration!". Interagindo com o público tocou algumas notas de "St. Jimmy", que levou todos ao delírio até a hora que a música começou a ser tocada por inteiro. Logo depois, tocaram "Boulevard Of Broken Dreams" e mais algumas do álbum novo, só que mais animadas. Já estávamos totalmente pilhados, ainda mais com o show de luzes e efeitos no palco. Nos momentos que a música ficava agitada, as luzes ficavam mais fortes, soltavam fogos de dentro do palco e atrás da bateria saíam labaredas de fogo.
Depois de tocar "Hitchin' a Ride" e "When I Come Around", o bumbo da bateria começou era o único instrumento que se ouvia, tocando num ritmo comum, sem parar. As palmas acompanhavam. A banda começou a tocar a melodia da "Iron Man" (Black Sabbath) e todos nós fazendo o som da guitarra com a voz. Logo depois, sem o bumbo parar, eles tocaram "Sweet Child O' Mine" (Guns N' Roses) e "Highway To Hell" (ACDC).
Então o show começou a ficar mais divertido, com os integrantes da banda jogando água e papel higiênico no público, e com músicas como "Brain Stew, "Basket Case", "Longview", etc.
Ao terminar de tocar uma música que eu não sei o nome, todos os integrantes da banda caíram no chão, e começaram a tocar seus intrumentos. Enquanto estavam deitados, tocaram sucessos de outras bandas como "Satisfaction" (Rolling Stones) e "Hey Jude" (The Beatles).
Quando ficaram em pé de novo, já perto do fim do show, tocaram alguns dos grandes sucessos da banda, como "American Idiot", "Minority", "21 Guns" e "Jesus Of Suburbia". Durante a execução de "21 Guns, acabei ligando pra Gorda, que ama essa música e vive cantado comigo. Liguei o viva-voz e fiquei com o celular ligado até o fim da música.
O grupo saiu do palco, aplaudido. Só que como de costume, todos gritávamos o nome da banda, pedindo para que eles voltassem. E eles voltaram. Eles não, só voltou o vocalista Billie Joe, que pegou o violão e tocou "Wake Me Up When September Ends" e "Good Riddance" ("Good Riddance", pra quem não sabe, é a famosa "Time Of Your Life").
Gritando, sem voz. Pulando, sem energia. Assim acabou o show.
Simplesmente, o melhor que eu já fui assistir.



Fica por aqui esse post.
E eu juro que vou tentar escrever menos nos próximos posts (:
Abraços, e obrigado pra quem leu tudo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Não é como antes

Lembra de quando a parte mais legal de tudo o que fazíamos, tinha que ter nossos pais por perto?
Nesse feriado percebi que tudo isso mudou, e muito. E é claro que não foi só agora que eu percebi. Mas foi só dentro do carro, na volta pra SP que eu parei e pensei sobre o assunto.
No carro, depois de parar pra comer no meio da viagem, fui pro banco de trás pra dar uma descansada. Minha mãe já estava acomodada no banco de trás, pois estava cansada com a viagem. Sentei no banco, puxei um travesseiro e me apoiei na porta do carro pra descansar, quando minha mãe me perguntou se eu queria me apoiar nela e eu disse que não queria. Não me apoiei simplesmente porque eu não quis, porque eu estava bem confortável na posição que estava. Só que ela interpretou isso de um outro jeito, achando que eu não gosto da companhia dela, que eu evito passar meu tempo com ela, que estamos nos distanciando, etc.
Adolescência é, técnicamente, a idade que os filhos têndem a se distanciar dos pais realmente. Algumas pessoas se distanciam mais, outras menos. Eu acho que não me distanciei muito, principalmente do meu pai. Pensando bem, minha mãe que parece estar se distanciando, ou criando uma distância entre os componentes da minha família (explicarei em outro post).
Essa distância toda vêm aumentando, ao meu ver, pelo fato dela querer entender tudo apenas do seu próprio jeito. Tirar conclusões com base nas coisas que sabe, que dependendo da situação, sabe poucos detalhes.
Isso tudo pode ser TPM, estresse com o trabalho e tal, mas mesmo assim parece algo fora do comum. Minha mãe sempre fez aquele papel de MÃE, tipo, a mãe, aquela que manda você fazer, que quer que você faça sem falta, que diz que isso não tá certo, que tá no lugar errado, etc. Já me acostumei com isso, só que dessa vez a coisa aumentou e muito. Simplesmente, eu tô preocupado.

Ps:. Esse texto era pra ser postado no meio da semana (quarta-feira) só que por problemas psicológicos do autor, acabou ficando pra hoje, e logo, o texto acabou menor por causa do esquecimento das idéias principais do final do texto. (:

Portanto, fica por aqui. Até a próxima.

Post novo, sobre amor



Não estou nada confuso, não.

Amor me deixa sad e pensativo.


Beijos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

N' Dey Say...

Aguente firme, pare um pouco, deixe-me ver você.
Droga, garota, eu não te vejo desde o baile de formatura .
Pensando nisso, eu não posso acreditar que faz tanto tempo.
Garota, eu ouvi que seu homem está preso.
Há quanto tempo ele está preso? Oh, tanto tempo assim?
Como que ele pegou tanto tempo assim?
Três condenações por posse, ah, ele não voltará.
Ele a deixou com dois filhos e contas para pagar.
E você descobriu que ele tinha outra mulher do outro lado da cidade.
Sempre é bem escuro antes do amanhecer.
E você tem que se mostrar forte para as crianças.
Mas por favor, não se revolte, nem fique contra todos os homens.
E nem tenha ódio no coração e desconte-o em outra pessoa.
Detesto soar como Tupac, mina, mas mantenha a cabeça erguida.
E você vai conseguir, eu prometo, mantenha a cabeça erguida.
E o que não te mata, apenas te deixa mais forte.
E a vontade de ter sucesso somente alimenta a fome.
É verdade, é verdade, é verdade.


Eu estava no posto de gasolina e um homem se aproximou.
Com uma placa: "trabalho por comida, roupa ou dinheiro".
Ele pediu para encher meu tanque e eu deixei.
Limpar o pára-brisa e jogar fora o lixo, e eu deixei.
Ei, eu ainda perguntei pro irmão qual era o nome dele,
De onde ele era, se tinha filhos, cara, e qual a idade deles.
Ele meio que ficou olhando por um segundo, ele parecia meio surpreso
Por alguém ter algum interesse na vida dele.
Ele disse "irmãozinho, as únicas palavras que ouvi no ano passado foram 'não' e 'cai fora daqui'".
Como algo tão simples como uma conversa boba.
Pode significar mais do que uma conversa boba?
Ei, dava para ver que a vida tinha o derrubado
Como se ele estivesse lutando pelo título ,e esse fosse o último assalto.
Às vezes não damos valor às coisas mais simples,
Até nós as perdermos e percebemos que nós as tínhamos.
É verdade, é verdade, é. verdade.


Eu pensava que a vida tinha um plano pra mim
Até que percebi que a vida tinha que ser planejada por mim.
Veja só, essa é a chave.
Eu somente lido com o que posso ver
Pois pela história
O mistério nos trouxe nada além de miséria
Há mais gente que morreu
Em nome do Senhor
Do que em qualquer desastre natural, doença ou guerra de gangues.
Antes das armas havia espadas
E eles estavam se matando
Não houve muita mudança e até hoje ainda estamos nos matando.
Matando nossos irmãos enquanto outra mãe grita por socorro.
Precisamos ajudar os irmãos a se encontrarem.

domingo, 3 de outubro de 2010

Space Bound

We touch, I feel a rush, we clutch, it isn’t much
But it’s enough to make me wonder what’s in store for us
It’s lust, it’s torturous, you must be a sorceress, cuz you just
Did the impossible; gained my trust, don’t play games it’ll be dangerous
If you fuck me over, cuz if I get burnt
Ima show you what it’s like to hurt
Cuz I been treated like dirt before ya
And love is evil, spell it backwards I’ll show ya
Nobody knows me, I’m cold, walk down this road all alone
It’s no one’s fault but my own. it’s the path I’ve chosen to go
Frozen as snow, I show no emotion whatsoever so
Don’t ask me why I have love for these mo’fuckin’ hoes
Blood suckin’, what the fuck is up with this
I’ve tried in this department but I ain’t have no luck with this
It sucks, but it’s exactly what I thought it would be like tryna start over
I got a hole in my heart, some kind of emotional roller coaster
Something I won’t go on so you toy with my emotions so it’s over
It’s like an explosion, evertime I hold ya I wasn’t joking when I told ya
You take my breath away, you’re a supernova.


I’ll do whatever it takes, when I’m with you I get the shakes
My body aches, when I ain’t with you I have zero strength
There’s no limit on how far I would go, no boundaries, no lengths
Why do we say that until we get that person that we thinks
Gonna be that one, then once we get them it’s never the same
You wanna win, they don’t wan’t you, soon as they do feelings change
It ain’t a contest and I ain’t on no conquest for no mate
I wasn’t looking when I stumbled on to you, musta been fate
But so much is at stake, what the fuck does it take?
Let’s cuz to the chase, before the door shuts in your face
Promise me if I cave in and break
And leave myself open that I won’t be makin’ a mistake


So after a year and six months, it’s no long me that you want
But I love you so much it hurts, never mistreated you once
I pour my heart out to you, let down my guard, swear to God
I blow my brains in your lap, lay here and die in your arms
Drop to my knees and I’m bleedin, I’m tryna stop you from leavin’
You won’t even listen so fuck it, I’m tryna stop you from breathin’
I put both hands on your throat, I sit on top of you squeazin’
Til I snap your neck like a popsicle stick, ain’t no possible reason
I can think of to let you walk up out this house and let you live
Tears stream down both of my cheeks now I let you go and just give
And before I put that gun to my temple I told you this…

And I woulda did anything for you
To show you how much I adored you
But it’s over now, it’s too late to save our love
Just promise me you’ll think of me everytime you look up in the sky and see a star cuz...


I’m a space bound rocket ship and your heart's the moon
And I’m aiming right at you, right at you
250 thousand miles on a clear night in June
And I’m so lost without you, without you, without you


tradução e tal


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